Um blog de opinião e atitude, com a voz dos estudantes petropolitanos. Seja bem vindo.
terça-feira, 25 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Diego Vieira se defende de matéria caluniosa e reafirma compromisso com os Professores!
Diego Vieira em resposta pública diz que respeita todas as forças políticas que fazem parte da APE, mas ratifica que se deve ter seriedade no trato com os assuntos da entidade.Diego reuniu um grupo de cerca de 30 jovens integrantes de grêmios estudantis de diferentes escolas do municípios, na porta da APE, em protesto contra as acusações feitas por membros do diretório. Segundo ele, existem 25 cargos na APE que têm direito a voto e somente quatro deles não vêm participando das atividades da entidade. “O Yuri Moura, que esteve no jornal, é o presidente da Juventude do PT. Seu discurso é partidário”, afirmou Diego.
O presidente da entidade disse ainda que a mesma não está dividida, como afirmaram os jovens que se declaram contra a condução de Diego Vieira. “A APE não está dividida e tem pleno funcionamento democrático”. ''Respeito a juventude do PT e acredito que eles querem ajudar na construção do movimento mas isso tudo se faz na base e no diálogo diário com a entidade e seus diretores, e estou certo de que tudo irá se resolver, sei da seriedade que o Yuri tem e não entendo o motivo da matéria mas este engano sera solucionado para o bem da APE''.
Ainda em relação à greve dos professores, o presidente reafirmou o apoio da entidade. “A APE não vai ser contra o professor neste movimento”, acrescentou.
Segundo Diego Vieira, ele foi procurado ontem por membros do Governo Municipal que lhe informaram que a opinião da Juventude do PT em relação ao apoio da entidade à greve por parte da APE não é partilhada pelo governo. Ainda segundo o presidente, a APE vem realizando diversas atividades com os estudantes de Petrópolis e disse que os movimentos são realizados seguindo as regras do estatuto. Amanhã (sábado 22), inclusive, a entidade vai lançar seu jornal, com uma festa na Boate Savana.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
A situação Piora e Servidores municipais entram em estado de Greve
Mais de dois mil servidores se manifestaram em assembleia geral, às 18h de ontem, na Praça Visconde de Mauá, em frente à Câmara Municipal, formando o Movimento Unificado dos Trabalhadores Municipais. Os profissionais do município, de cinco secretarias presentes, abriram votação em que a maioria decidiu pelo estado de greve de todo o funcionalismo público. A paralisação dos profissionais da educação foi mantida sem previsão de término.Com a reivindicação por reajuste salarial, plano de cargos e carreiras e incorporação ao abono, representantes das secretarias de Educação, Saúde, Habitação, Obras, de Trabalho, Assistência Social e Cidadania e Companhia de Desenvolvimento de Petrópolis unificaram a luta do funcionalismo municipal. Campanha contra o abuso sexual de crianças
Ontem, no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes, o Conselho Tutelar divulgou balanço que mostra o quanto o assunto é preocupante na cidade: entre 2007 e 2008, o número de casos suspeitos de violência sexual notificados ao órgão subiu 481%. Dos 1382 atendimentos realizados pelo Conselho em Petrópolis em 2007, apenas onze foram declarados como casos suspeitos de violência sexual. Já em 2008, dos 1468 atendimentos, 64 foram classificados como suspeitos. Nesse ano, até hoje, de 700 atendimentos, 27 foram declarados suspeitos.terça-feira, 18 de maio de 2010
Greve é Legal, diz a Justiça!!
Os professores decidiram manter a greve iniciada na última quinta-feira, até que o prefeito Paulo Mustrangi negocie com a categoria, apesar da recomendação do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe/RJ) pelo término da paralisação dos servidores municipais da Educação. sábado, 15 de maio de 2010
Diego Vieira diz estar preocupado com Impasse

O Presidente da Associação Petropolitana dos Estudantes (APE), Diego Vieira divulgou em nota neste final de semana que esta muito preocupado com o impasse entre a Prefeitura, os Professores e demais profissionais da educação.
O Presidente da APE diz que apoia a greve, as atitudes do SEPE e os profissionais, pois segundo ele realmente não há como voltar ao trabalho com a atual situação salarial e de trabalho dos servidores da educação. ‘’Eu acredito que a Prefeitura dificultou o término da greve dizendo que só dialoga se a greve terminar, tenho certeza que cada profissional quer retornar ao trabalho mas o Prefeito ao menos deve ter neste momento sensibilidade política e compreender que a situação é delicada e a categoria esta unificada para resolver os problemas emergênciais’’ disse Diego Vieira.
Segundo ele a APE participou e apoiou toda a manifestação desde o primeiro dia e esperava que nesta sexta feira (14) a prefeitura resolvesse o problema, mas infelizmente por um impasse político as coisas não se solucionaram. A maior preocupação do Presidente da APE é com os estudantes da rede municipal que são mais de 50 mil e que estão há dois dias sem aulas e pelo visto na última conversa não existe data para a volta da normalidade na educação municipal.
Diego conclui dizendo que irá continuar apoiando os grevistas e que vai até o fim com os professores e com o SEPE, mas ressalta que a Prefeitura deve dar o primeiro passo e abrir diálogo às negociações para que os estudantes não sejam punidos por um erro que não é do educador e nem do estudante e sim da administração pública da cidade que por anos não valorizou a categoria e sucateou o contra-cheque dos educadores.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Prefeitura diz não negociar com Educadores em Greve

O Presidente da APE Diego Vieira, com professores, representantes do SEPE e profissionais da educação participaram hoje de uma reunião para por fim a greve com a Prefeitura Municiapal, mas governo diz que só negocia se a greve acabar e mais de 3 mil em plenária em frente à Câmara nesta sexta feira (14/5) decidiram em manter a greve para ter conquistas imediatas emergênciais.
A APE esta junto com os professores e segunda estara novamente em manifestação com a classe dos educadores.
Fotos e etc. (Segunda)
APE Apoia Professores e Junto com SEPE Coordena GREVE!
Uma mobilização de professores, estudantes e profissionais da área de apoio da Educação as aulas na maioria das escolas municipais e parou o Centro Histórico, no início da tarde de ontem. o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação, que organizou a manifestação, as aulas só devem retornar na segunda-feira, mas o governo municipal já anunciou que vai cortar o ponto dos professores e profissionais de apoio faltosos.Hoje, o prefeito recebe representantes dos professores, às 14h, no Palácio Koeler, e deve receber uma lista com 20 reivindicações, entre elas a de reajuste salarial de 20%. Segundo a Polícia Militar, cerca de dois mil professores e funcionários de escolas municipais, participaram da passeata no Centro, que obrigou a mudanças no trânsito e provocou longos engarrafamentos – na Rua Barão do Rio Branco, chegou a vários quilômetros.
Com gritos do tipo “governo que tem visão, valoriza a educação” e “educador não é escravo, abono não é salário”, os manifestantes chamavam pelo prefeito e questionavam sobre as promessas de campanha.
Segundo Patrícia Araújo, que integra a direção do Sepe, às 10h30 o movimento já havia conseguido a adesão de 98% das unidades de ensino do município, principalmente dos centros de ensino infantil. “As trinta e cinco creches de responsabilidade da prefeitura ficaram fechadas durante todo o dia”, afirmou. Os estudantes também aderiram ao movimento e, segundo Diego Vieira, presidente da Associação Petropolitana dos Estudantes (APE), os alunos só retornarão às salas depois que for dada uma solução. “Se ela não vier nessa reunião de hoje, ainda vamos ficar em alerta até a próxima segunda-feira, quando acontece a audiência pública”, garantiu.
Vestidos de preto, os professores se concentraram em frente à Câmara Municipal, para uma barulhenta manifestação e acabaram recebendo o apoio do presidente, vereador Bernardo Rossi, que desceu, acompanhado de Roberto Naval e Baninho. “Estamos aqui para apoiar os professores e iremos ajudar a classe no que pudermos, porém, como vereadores, não temos o poder de conceder este aumento, o qual depende do poder Executivo, ou seja, do prefeito”, explicou Bernardo Rossi, ao ser questionado pelos professores.
Entre as reivindicações, além do novo Plano de Carreiras, Cargos e Salários(PCCS) para discussão e, posteriormente, votação na Câmara Municipal, os profissionais pedem ainda fixação de pisos, criação de data base, concurso público para contratação de professores, revisão do calendário de férias; redução de carga horária de alguns cargos; e pagamento de hora extras. “Em alguns setores, principalmente nas creches, o piso das funcionárias, por exemplo, está em R$ 456,71, ou seja, quase R$ 54 abaixo do mínimo, e há mais de dois anos sem aumento. Neste ano, já estamos ouvindo os rumores de que, mais uma vez, não haverá reajuste”, completou Patrícia. Ela explica que no salário de R$ 456,71, governo municipal tem o hábito de calcular o valor junto com o abono concedido, o que dará um resultado bem maior. “Usam os abonos para dizer que não estão fora da lei, com salários abaixo do mínimo, mas isso pode ser provado no pagamento do 13º salário, por exemplo, quando recebemos sem valores adicionais”, explicou, acrescentando que o abono pode ser retirado a qualquer momento.
Os líderes dos professores denunciam que há mais de 10 anos está sem um reajuste real dos vencimentos e garante que, por diversas vezes, tentou solucionar o problema, mas tudo o que conseguiram foram promessas. “No ano passado, não conseguimos nem a reposição salarial”, acrescenta Patrícia, garantindo que, apesar de prejudicados, os pais das crianças atendidas nas creches, assim como da maioria dos estudantes, compreenderam a paralisação. “Não sofremos qualquer tipo de retaliação, ao contrário, recebemos apoio, pois a maioria entende que, para um ensino de qualidade, a valorização dos funcionários é necessária”. Os professores e representantes da APE saíram da frente da Câmara Municipal, em passeata pela Rua do Imperador, por volta das 12h30. Seguiram até a Praça Dom Pedro e dali caminharam até as proximidades da saída da Rua Alencar Lima. Contornaram o rio em frente à Marechal Deodoro e foram em direção ao Obelisco. Populares ficaram impressionados com o porte da manifestação, que há anos não era visto no município.
A princípio, pelo menos na parte da manhã, os professores de todas as escolas do município aderiram à paralisação, mas nem todos foram para as ruas. No Colégio Vereador José Fernandes da Silva, no Alto da Serra, as aulas aconteceram apenas até as 9h. A expectativa era de que, à tarde, alguns horários fossem cumpridos. Já na Escola São Cristóvão, a diretora Maria de Fátima Hammes dos Reis Alves negou a informação publicada ontem na Tribuna, de que a direção teria dispensado os alunos.
Segundo ela, foram os professores que aderiram à paralisação que comunicaram aos estudantes. “A escola conta com 340 alunos e, hoje, duas turmas do turno da tarde, o que representa um total de 60 alunos, tiveram aula normalmente, enquanto as merendeiras não aderiram ao movimento”, disse.
APE Lota Plenário da Câmara e lança o Se Liga 16
sexta-feira, 30 de abril de 2010
FESTA DE BOAS VINDAS ÀS AULAS 2010 REUNI 800 JOVENS NO CENIP
APE Lança o Projeto ‘’SE LIGA 16’’
O projeto existe a mais de 20 anos e foi criado pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e de dois em dois anos a APE lança este projeto em Petrópolis com o objetivo e ajudar os estudantes a fazerem seu Título, este ano à entidade pretende alcançar mais de 1.500 estudantes entre 15 e 17 anos, já que os jovens que têm 15 anos e completam 16 até 3 de outubro também podem fazer o seu Título Eleitoral.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a partir deste ano criou uma ferramenta para auxiliar este trabalho das entidades estudantis criando o pré requerimento do título através da internet no site do TSE, facilitando desta forma a juventude a fazer seu Título de Eleitor.
O Presidente da APE Diego Vieira, que quando tinha os seus 16 anos fez seu Título graças ao ‘’Se Liga 16’’ e esta motivado e acredita que este ano o projeto ira alcançar as metas e construir o maior Se Liga 16 da história da APE. ‘’ Nós percorremos mais de 20 escolas e já cadastramos mais de 1.200 estudantes para tirarem seu Título até dia 5 de maio’’.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
APE Luta pela Melhoria do Transporte

sábado, 27 de março de 2010
APE participa do TEIA 2010 em Fortaleza Ceará
O presidente da Associação Petropolitana dos Estudantes (APE) Diego Vieira, participa entre os dias 25 e 31 de março do TEIA 2010, o evento organizou todos os pontos de cultura do Brasil e principais produtores culturais para ser debatido as novas metas para os próximos anos.
A abertura do evento foi realizada pelo ministro da Cultura Juca Ferreira e por inúmeros artistas que participam do evento, durante a solenidade o ministro Juca ferreira ressaltou a importância de se deixar a cultura ser realizada e formulada pelos movimentos sociais e acima de tudo que o povo brasileiro possa realmente intervir na política nacional de cultura.
O Presidente da APE Diego Vieira participa como delegado do evento e teve a oportunidade de se encontrar com o Ministro da Cultura para relatar ao mesmo as medidas que a APE criou em Petrópolis para unir os jovens à formulação cultural dentro do município. Segundo o Presidente da APE ‘’ Esse momento único de unir todos os produtores culturais do Brasil e de se criar debates em prol da democratização do acesso à cultura é de extrema importância para nós petropolitanos, quando voltar a Petrópolis estarei mais maduro e mais focado nas medidas a se implementar na política de juventude para nossa cidade’’.
O evento conta com inúmeras apresentações culturais,várias representações de outros países, além de um intenso debate cultural durante toda a programação, todas as atividades ocorrem no Centro Cultural Dragão do Mar em Fortaleza (CE).
segunda-feira, 22 de março de 2010
UFRJ divulga lista de classificados no vestibular

UFRJ e UERJ têm interesse em Petrópolis
JANAINA DO CARMO
Redação Tribuna
A instalação de campi universitários federais e estaduais em Petrópolis, uma antiga luta dos estudantes, depende exclusivamente da iniciativa política do governo municipal. Quem afirma são os coordenadores de campi da Uerj e da UFRJ. João Regazzi, coordenador de Estudos Estratégicos e Desenvolvimento da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e Francisco Esteves, coordenador do Nupem-UFRJ, de Macaé, em entrevista à Tribuna de Petrópolis, afirmaram que as instituições têm interesse em instalar polos avançados e campi na cidade, mas que o primeiro passo deve ser dado pelas autoridades municipais. A questão é antiga na cidade. São mais de oito anos de reivindicações e promessas de políticos em períodos eleitorais. Em 2008, com a criação do projeto Reuni (Reestruturação das Universidades) um programa do governo federal voltado para a interiorização das unidades públicas de ensino, as esperanças reacenderam. De acordo com o Presidente da Associação Petropolitana de Estudantes (APE), Diego Vieira, no mesmo ano a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) iniciou o processo de interiorização e Petrópolis chegou a ser cogitada para a instalação de um polo. “Foi a nossa melhor oportunidade. Mas a falta de interesse e incentivo do governo municipal fez com que perdêssemos esta chance. O polo foi instalado em Xerém e mais uma vez os estudantes petropolitanos foram prejudicados”, comentou.
O professor Francisco Esteves, coordenador do Nupem em Macaé (Núcleo de Pesquisas Ecológicas da UFRJ), desconhece qualquer interesse da Prefeitura Municipal em instalar um campus da UFRJ. Ele conta que a vontade política é o principal meio para a iniciação do projeto. “O Nupem, criado em 94, foi o primeiro passo para a criação de um campus avançado na cidade de Macaé. A realização de concursos para docente permitiu que os professores se fixassem na região. A área onde se situa a cidade tem se desenvolvido muito nos últimos anos e apresenta uma carência crescente de profissionais qualificados”, disse. O campus universitário em Macaé foi inaugurado em julho de 2007 e são oferecidos cursos de Ciências Biológicas, Química e Farmácia.
Segundo dados do Ministério da Educação, o primeiro relatório do Reuni, preparado pelos reitores das instituições federais, mostra que foram criadas mais de 77 mil vagas desde 2006. E, pela primeira vez, as universidades brasileiras conseguiram inverter uma tendência histórica e investiram no desenvolvimento dos cursos noturnos. Apenas no período em que o Reuni foi implantado, as vagas noturnas subiram 63%. Nas licenciaturas, outra área prioritária para o ministério, o acréscimo foi de 27%. Localidades como Xerém, Teresópolis, Nova Friburgo, Cordeiro, Cabo Frio, Queimados e, agora, Três Rios, entre outros, foram contempladas com polos avançados e campi universitários.
A interiorização dos cursos superiores é prevista na Constituição de 1988, mas, com o programa do governo federal, as instituições passaram a receber recursos específicos para isso. Um exemplo é a Universidade Federal Fluminense (UFF) que teve o orçamento aumentado em 50%, segundo informação do coordenador João Regazzi. “As faculdades federais recebem recursos especiais para a instalação de campi em cidades do interior. A UFF abriu 12 campi em todo o Estado no último ano”, comentou.
Diferente da situação das instituições federais, a UERJ não conta com orçamento extra para instalar polos e campi em outras cidades. João afirma que o apoio e interesse das prefeituras é de fundamental importância para iniciar o processo. Em 2008, uma outra oportunidade foi “desperdiçada” em nossa cidade. João Regazzi conta que reuniões com o antigo governo foram realizadas, mas com a mudança da administração as negociações não avançaram. “O primeiro passo para a instalação do campus é a procura do governo municipal. Quando isso acontece nós realizamos pesquisas na cidade interessada. Procuramos saber quais as potencialidades do município. Em seguida realizamos um estudo com os estudantes. Perguntamos a eles qual curso da UERJ eles gostariam que tivesse na cidade e se tivesse o curso se haveria interesse em estudar na entidade”, disse.
Todo esse primeiro processo foi realizado em Petrópolis e pesquisadores da universidade chegaram à conclusão que um curso de arquitetura, voltado para restauração e reformas de monumentos e prédios antigos seria o ideal para a cidade. “Estamos abertos a negociações. Petrópolis tem potencial para abrigar um campus da UERJ e queremos que isso aconteça”, concluiu João. Assim como o coordenador da universidade estadual, o professor da UFRJ também destacou o potencial do município. “É preciso que as autoridades liderem um movimento e iniciem o processo. Só assim será possível instalar campi em Petrópolis”, concluiu Francisco Esteves.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Se Liga 16, Caravana da APE, e muito mais..
Aguardem..
‘Onde o Brasil vale mais é na educação’
O presidente da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), Jorge Almeida Guimarães, admite que a universidade brasileira ainda está engatinhando, mas reconhece a educação como um grande instrumento de inclusão social. Em visita à UCP na última sexta-feira, onde proferiu a aula magna da instituição, Guimarães falou para mais de quatrocentos alunos e convidados e reafirmou o compromisso da Capes na expansão e consolidação das pós-graduações em todo o país, como forma de alavancar o desenvolvimento social e econômico. “Não é verdade que a Capes tem preconceito com as universidades particulares, mas o que precisa é ter qualidade. Mais de 20% das universidades vinculadas à Capes são particulares”, revelou.
Para Guimarães, com as novas tecnologias o conhecimento hoje está na mão do estudante. “Ele tem o poder de transformar a cultura e o comportamento das pessoas”, afirmou. O presidente da Capes foi recebido pelo reitor da UCP, José Luiz Rangel Sampaio Fernandes, pelo presidente da mantenedora da Associação das Faculdades Católicas Petropolitanas, monsenhor Gilson Andrade, além de convidados, como o reitor da PUC-RJ, Pe. Jesus Hortak Sanches, o reitor da Universidade da Cidade de São Paulo (Unicid), Rubens José Lopes da Cruz, o diretor presidente da Federal Seguros, Gustavo Capanema, e autoridades petropolitanas, como o presidente da Câmara de Vereadores, Bernardo Rossi, e o presidente da Fundação de Cultura e Turismo de Petrópolis, Charles Rossi.
Foi a primeira vez que a UCP recebeu oficialmente o maior representante do departamento público federal vinculado ao MEC, justamente no ano em que a instituição petropolitana completa 57 anos na cidade. A razão do convite está na sintonia entre os propósitos da CAPES e a nova realidade da UCP, que se insere na área tecnológica, principalmente de biotecnologia, com cursos voltados para a bioinformática e biocombustível. Desde 2008, a UCP tenta modificar o aprendizado massivo, valorizando a pesquisa e a produção científica com o objetivo de formar profissionais capacitados. “Isso vem sendo demonstrado através da publicação de trabalhos tanto em nossa editora como em outras” disse o reitor, ao comentar sobre o aumento de bolsas concedidas pelo CNPQ para os estudantes.
Além de realizar a avaliação das pós-graduações em todo o país, a Capes promove o acesso, a cooperação e a divulgação da produção científica. É responsável ainda por investimentos na formação de recursos de alto nível no país e no exterior. Desde 2008, o órgão foi reformulado e passou a atuar na formação de professores da Educação Básica. “A dificuldade de se encontrar engenheiros, por exemplo, começa no ensino da matemática na educação básica”, comentou Guimarães. Ele revela ainda que o Brasil já alcançou a 13ª colocação mundial na área de pesquisa em 2009, passando da 17ª colocação conquistada em 2004. “Nosso país vem sendo respeitado no mundo inteiro e 99,7% dos pesquisadores brasileiros que estão no exterior retornam para o trabalho em nosso país”, afirmou. Ele atribui o fato ao maior incentivo e fomento público. “O modelo da Capes é único no mundo inteiro e os alunos de pós brasileiros são respeitados lá fora”, garante. Outra dificuldade detectada pelo departamento é quanto à formação de professores de física e química, o que se transformou num desafio e numa política do governo.
Petrópolis como polo educacional de valor
Jorge Guimarães reconhece Petrópolis como um polo educacional de valor e citou o LNCC e o projeto Petrópolis Tecnópolis como possíveis centros irradiadores de pesquisa junto às universidades locais que desenvolvem seus projetos de pós-graduação. “A ciência brasileira é feita nas pós-graduação. São poucos os artigos produzidos fora deste contexto”,disse.
Mustrangi anuncia projeto para Educação
O prefeito Paulo Mustrangi visitou sexta-feira diversas escolas da região de Corrêas e Nogueira para avaliar as necessidades de obras e melhorias para cada unidade da rede pública municipal, dentro do trabalho realizado pela Prefeitura Itinerante. “Estou avaliando a rede de educação com proximidade, para poder ter em mãos um laudo exato das demandas de cada escola. Vou redimensionar toda a rede para ajustar o sistema educacional petropolitano e levar mais conforto aos alunos e aos seus pais”, afirmou o prefeito.
Mustrangi esteve primeiramente na Escola Municipal Marieta Gonçalves, no bairro da Glória, em Corrêas. Em seguida, rumou para a Escola Municipal Magdalena Tagliaferro, no Castelo São Manoel. Mustrangi também visitou a Escola Municipalizada Sérgio Ribeiro Rocha, em Nogueira, onde estudam 224 alunos da educação infantil ao 9° ano. O prefeito ainda avaliou a Escola Municipalizada Dr. Paulo Motta, no Calembe, que precisa de diversas obras de melhorias. A unidade atende 80 alunos da educação infantil e, de acordo com o prefeito, “precisa ser ampliada para absorver a demanda que aumentou muito na localidade”.
Por último, Mustrangi esteve na Escola Municipal Quinta do Lago, em Bonsucesso. A unidade abriga mais de 150 alunos em três turnos. O prefeito autorizou a Companhia de Desenvolvimento de Petrópolis (Comdep) a promover uma melhoria na parte externa, com a implantação de balizas para a prática do futebol e o nivelamento do campo que atende aos alunos.
Homenagens no dia de Petrópolis
O prefeito Paulo Mustrangi deve participar, pois um dos homenageados é o secretário de Governo, Wilson Franca, ex-presidente do PT e do Sindicato dos Bancários. Neste ano, como nas edições passadas, contará com a presença de políticos estaduais como o presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), deputado estadual Jorge Picciani e os deputados estaduais Domingos Brazão e Marco Figueiredo, todos homenageados com título de Cidadão Petropolitano. Os vereadores vão homenagear também as seguintes personalidades: Raymundo Theodoro Carvalho de Oliveira, Zalmir Fausto Nunes Júnior, Rosemary Martins Hissa (vereador Albano Filho); Sérgio Luiz Duvivier de Albuquerque Mello, Wilson Franca dos Santos e Jorge Sayed Picciani (Bernardo Rossi); Dom Pedro Carlos, Leonídio Anselmo da Costa e Iria da Costa Batista (Gil Magno); Alfredo Jacques de Moraes, Fábio da Silva Rego e Zaluar Delboni (João Tobias); Dejam Petkovic, Julio Luiz Baptista e Padre Jésus de Paula (Jorginho do Banerj).
O vereador Dudu vai entregar o título de Cidadão Petropolitano ao deputado estadual Domingos Brazão e aos senhores André luís Mançano e Marco Antônio Pereira de Figueiredo. O líder do PDR, vereador Marcelo Motorista, entrega o título a Ciro Barbosa Leal e Jocy de Oliveira Sarmento.
Os demais agraciados com o título são: Heloisa Araújo Viega, João Batista de Oliveira e Frei Rozântino Antunes (Marcio Muniz); Eduardo Birman, Rudy Wagner Seidinger e Luiz dos Santos Muniz (Vadinho); Eleno da Silveira Caminha, desembargador Renato Simoni e Marianna Notini Limp Vasques (Paulo Igor); Samyr Yarak, Laerte Calil de Freitas e Flávia Savedra Serpa (Renato Thomé); Zuleika Borges, Lauro Ribeiro Pinto de Sá Barreto e Luiz Zveiter (Roberto Naval); Marly Saads Fonseca, Christiano Mendes da Silveira e Carlos Roberto Stuart de Araújo (Samir Yarak); Átila Nunes Pereira, Allan Antonio da Silveira Damaceno e Pasquale Catripi (Thiago Damaceno); Thiers Vianna Montebello, Joaquim dos Santos Junior e Jamir Fernandes Carvalho (Wagner Silva).
sábado, 20 de fevereiro de 2010
APE e Estudantes iniciam Processo contra UCP e Prefeitura
O Objetivo é conseguir uma liminar que possibilite o ingresso desses estudantes na UCP, pois os mesmos passaram no último Vestibular das 100 bolsas para estudantes da rede pública e não puderam ingressar pois o Município alega que eles são alunos da rede privada.
Os estudantes na realidade só fizeram o Ensino Médio na rede Privada pois eram alunos do municipio e tiveram as melhores notas no final do Ensino Fundamental e foram contemplados para serem bolsistas integrais nas escolas privadas da Cidade.
Na opinião da APE estes estudantes são parte do Município pois o mesmo custeava o ensino dos mesmos durante os 3 anos do ensino médio, logo em nenhum momento a condição social deles foi modificada e eles continuam dependendo das bolsas para continuarem seus estudos.
A Batalha já dura quase 3 semanas e a Direção da APE já dialogou com o Prefeito e existe uma esperança de resolução, enquanto a prefeitura não se posiciona os estudantes orientados pela Defensoria Pública e pela APE acionaram a justiça.
A esperança é que nesta semana as coisas se resolvam.
(Diego Vieira-Presidente da APE)

