sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Carta Aberta aos Estudantes e ao Povo Petropolitano


Caros Amigos, antes de tudo venho desejar a todos um Feliz Ano Novo e que 2011 possa ser um ano de muitas conquistas para todos nós. Meu objetivo ao escrever essa mensagem é para fazer um breve balanço sobre as conquistas que os estudantes tiveram no último período e as próximas batalhas que enfrentaremos para o próximo ano, pois bem, passamos neste ano de 2010 por um momento muito importante para o Movimento Estudanti, momento este que nos posicionamos novamente contra a degradação da educação pública, tive a oportunidade de somar na liderança da greve dos profissionais da educação no início do ano, greve esta que causou um grande impacto em nossa cidade, nós estudantes falamos que estávamos a favor do Professor, do Zelador, da Merendeira, enfim a favor de todos aqueles que nos ajudam a aprender e a conviver no ambiente escolar. Esta greve trouxe também muitos prejuízos ao nosso calendário escolar da rede municipal, mas se não fosse à greve iríamos continuar com a merenda escolar estragada, com as paredes e carteiras destruídas, e nossos Professores sem o PCCS. No final deste ano a Prefeitura Municipal anunciou reformas profundas em mais de quinze escolas, melhoria da educação infantil e mais diálogo com os educadores e estudantes. Mas este ano não se resumiu apenas na greve dos educadores, foi também um ano que completamos 2 anos do Centro Federal de Ensino Técnico (CEFET) em nossa cidade, foi um ano que a APE se reforçou com novos grêmios e diretórios acadêmicos, foi um ano marcante do ponto de vista político ao elegermos dois jovens para a ALERJ.


Passamos no último Congresso (novembro de 2009) um período que ao final dele teríamos um marco na entidade, pois estava em disputa à volta ao passado ou a continuidade de uma gestão que deu certo, e tivemos o saldo da continuidade ao reelegermos a maioria da diretoria da APE além de reforçarmos a entidade com mais novas forças políticas de juventude e a vinda de mais estudantes independentes (que hoje são maioria na entidade). O período de 2010 fez com que 2011 se tornasse um ano desafiador para a entidade do ponto de vista das conquistas, pois tivemos claros retrocessos na educação do nosso município este ano, tais como : o término das bolsas da UCP destinadas aos estudantes da rede pública, a reformulação do passe escolar, o AUMENTO ABUSIVO DA PASSAGEM DE ÔNIBUS, as diversas mudanças na direção da secretaria municipal de educação, a dificuldade no PCCS (Plano de Carreira, Cargos e Salários) da Educação sair do papel, e muitas outras, mas nós estamos atentos a todas estas atitudes que bloqueiam os avanços do movimento estudantil, acredito que essas ações do atual Prefeito terão que ser repensados em 2011, pois se o canário se manter iremos voltar às ruas para combater os que querem impedir o avanço da educação pública de qualidade.


Sabemos a importância que 2011 terá no cenário municipal, pois antecede o pleito de 2012, nossos vereadores terão que ter uma postura mais crítica e mais coesa quanto a política pública educacional do município, afinal somos mais de noventa mil estudantes e novamente vamos interferir na próxima eleição para termos representantes preocupados com a nossa educação.


Quero me despedir dizendo que nós fizemos muito nesses últimos 3 anos, ano que vem eu me despeço definitivamente da APE e do Movimento Estudantil com a certeza de que fiz mais do que prometi e de que dediquei esse tempo da minha vida em prol do coletivo, em prol dos meus colegas estudantes e do povo Petropolitano, aos quais sempre defendi arduamente em vários momentos decisivos. Agradeço a toda a diretoria da APE que neste período caminhou comigo em todos os momentos e nunca hesitou em se desdobrar pela entidade. Novamente desejo a todos um excelente 2011 que Deus possa continuar nos abençoando e que neste próximo ano possamos vencer as barreiras do retrocesso e voltar a avançar no rumo das mudanças para os estudantes e para nossa população.


Forte Abraço a todos e todas,


Diego Vieira


Presidente da Associação Petropolitana dos Estudantes

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Temos o 3º Secretário de Educação em Petrópolis desde 2009

O secretário de educação William Campos recebeu , em seu gabinete, integrantes da diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos de Petrópolis (Sisep), entre eles o presidente da entidade, Osvaldo Magalhães. Por solicitação do prefeito Paulo Mustrangi, a secretaria está recebendo as sugestões dos servidores da Educação através das entidades representativas para a elaboração do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS).

No início do mês, o prefeito anunciou a prorrogação do prazo da devolutiva da análise do anteprojeto do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) até o final do recesso escolar (31 de janeiro de 2011). A intenção é ampliar a participação de todos os profissionais do setor de educação no processo.
Algumas das reivindicações da categoria, entre elas questões referentes ao piso dos funcionários de apoio, foram apresentadas pelos diretores do Sisep ao secretário William Campos, que já remarcou para a próxima semana nova reunião com a entidade com o objetivo de dar continuidade ao processo de transparência na elaboração do PCCS. Segundo Oswaldo Magalhães, o sindicato continua recebendo sugestões dos servidores da Educação e as mesmas serão repassadas para o secretário.

No encontro, Willian Campos lembrou que, além de acelerar o processo de elaboração do PCCS, algumas das reivindicações dos servidores da Educação já estão sendo atendidas, entre elas o pagamento de férias dos servidores no mês de dezembro e o novo prazo para a solicitação de RTI (Regime de Tempo Integral) para professores, que foi estendido até o dia 22 de dezembro.
O secretário de Educação ressaltou que recebeu ordem do prefeito Paulo Mustrangi de respeitar as entidades representativas dos servidores. “O papel do governo é receber todas as reivindicações e tentar resolvê-las o mais breve possível”, explicou.

Em relação à questão da existência de dois sindicatos representando os servidores da Educação, William Campos afirmou que quem escolhe o sindicato representativo é a Justiça e a própria categoria. “Por respeito às diferenças, as reuniões com estas entidades serão separadas, mas o resultado será bom para o servidor da Educação”, garantiu.

Diego Vieira, faz um breve Balanço de 3 anos e meio de gestão

Ano Eleitoral da APE
Acredito que será uma das eleições mais disputadas da história da entidade, porque o atual Presidente que esta na direção a quase 4 anos irá sair e não vai disputar o processo para o próximo mandato. As forças Políticas terão que se articular muito para o processo ser bem tranqüilo, mas creio que isso não ira bastar, hoje a eleição da APE Vale muito para sociedade e dirigir a entidade é o sonho de algumas forças políticas a muito tempo.
Minha torcida fica para que os estudantes independentes levem essa vitória, pois os mesmos estão a bastante tempo pleiteando essa disputa e acho que esta mais do que na hora dos que não são vinculados a partidos políticos dirigirem a APE e fazer com que a entidade continue no caminho certo, o da responsabilidade, seriedade e do apartidarismo político, onde quem tenha voz seja o estudante verdadeiro e não os partidos políticos.
Por fim agradeço ao Blog do Eduardo pelo espaço e desejo Sucesso e dou meus parabéns pelo grande número de acesso. E registro que é a primeira vez que anuncio minha saída definitiva da APE para a mídia local, mas desde já agradeço a quem gostou do meu trabalho e torceu por mim durante esse período de 4 anos de muita luta e defesa em prol do estudante e do povo Petropolitano.

Destaques e avanços da atual Administração:

Acredito que com a minha saída da entidade em 2011 vai servir como uma nova renovação no cenário do Movimento estudantil e eu defendo e acho isso muito bom. Estou a frente da entidade a quase 4 anos e fazendo uma breve comparação da APE de hoje com a APE de 2006, todo mundo percebe claramente que a entidade amadureceu, soube continuar fazendo lutas em defesa do estudante mas também soube ser mais responsável, a credibilidade da entidade aumentou com os Pais, Diretores, reitores, Políticos e com a própria população que hoje ao ver uma entrevista da APE na TV, no Rádio ou no jornal presta a atenção e sabe que estamos no caminho certo.
Dentro desse período nós reaproximamos os estudantes da APE, paramos definitivamente com filiações partidárias dentro das escolas, colocamos a APE em destaque no cenário Municipal em vários debates: Educação, Saúde e Transporte. Conseguimos trazer a Escola Técnica Federal (CEFET) para Petrópolis que ainda trouxe cursos de nível Superior, aumentamos o passe livre, demos maior segurança ao meio passe, trouxemos a APE de volta ao seio da sociedade, hoje ela não é um partido político e sim uma entidade estudantil autônoma que sabe criticar e também sabe elogiar.
Acho que minha tarefa mais difícil era essa, a de trazer a credibilidade de uma entidade de mais de 50 anos de volta, que havia passado mais de 6 anos cometendo erros que comprometeram o nome da entidade, que em 2006 levou menores pro Rio de Janeiro sem autorização e que prejudicou a imagem dos estudantes. Desde que entrei em outubro de 2007 carreguei o nome da entidade com seriedade e responsabilidade focando sempre no melhor para nossos estudantes. Conquistamos muitas coisas, mas acho que a maior de todas foi a credibilidade, o trabalho sério e a retomada de iniciativas boas em prol de nossa população; Essa conquista não foi só minha mas de toda diretoria que me acompanhou nesses anos.


Sem mais deixo meu Abraço,

Diego Vieira
Presidente da APE

sábado, 4 de dezembro de 2010

APE anuncia manifestação contra passagem a R$ 2,50

A Associação Petropolitana de Estudantes (APE) vai se reunir na segunda-feira para definir as manifestações que serão realizadas na próxima semana contra o aumento da passagem de ônibus. O presidente da APE, Diego Vieira, disse que o reajuste é um absurdo e vai prejudicar os alunos da rede particular de ensino que utilizam a meia passagem.


O presidente da APE contou que ontem foi procurado por diversos estudantes e pais, que manifestaram revolta contra o aumento, “por conta disto, muitos pais disseram que vão transferir seus filhos para a rede municipal”. Diego Vieira disse que a população foi pega de surpresa, pois em nenhum momento o Governo disse que estava discutindo o aumento de passagem. “Acompanha as reuniões do Conselho Municipal de Transportes e este assunto chegou a ser comentado, mas nunca discutido sobre valores”.


De acordo com Diego Vieira, a intenção é promover manifestações na próxima semana, nos terminais e em outros pontos da cidade. “Os parlamentares da cidade, seja na Câmara Municipal, na Alerj ou em Brasília, precisam se manifestar sobre o aumento e mostrar alguma atitude, pois não basta apenas falar”, frisou.

FONTE: Tribuna de Petrópolis

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Debate sobre PCCS da Educação tem novo prazo

Com o objetivo de ampliar a participação de todos os profissionais do setor de Educação, o prefeito Paulo Mustrangi prorrogou o prazo da devolutiva da análise do anteprojeto do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) até o final do recesso escolar (31 de janeiro de 2011). O prazo inicial de entrega estava estipulado para o dia 11 do mês passado.
O anteprojeto foi entregue no mês de outubro nas unidades escolares, para todos os funcionários da área da Educação. O PCCS foi produzido pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam) e beneficiará cerca de 2.050 professores e 1.183 funcionários.“Queremos que os profissionais da Educação tenham um projeto democrático, com a compilação de todas as idéias que aparecerem e um amplo debate em torno desse documento. Destaco que temos que construir um projeto que reflita a realidade financeira do município, que seja viável e esteja de acordo com todos os aspectos legais. Vamos construir um plano que atenderá a todas as expectativas dos servidores da Educação”, afirmou Mustrangi.

Absurso: Tarifa de ônibus sobe a R$ 2,50 no domingo

No próximo domingo, os petropolitanos passam a pagar mais caro pela passagem de ônibus, que passa de R$ 2,20 para R$ 2,50, conforme Decreto 373 do prefeito Paulo Mustrangi, publicado terça-feira no Diário Oficial do Município (DOM). Pegos de surpresa, na sessão de ontem os vereadores criticaram o aumento, frisando que no momento não há nada que justifique esta decisão, opinião manifestada também por petropolitanos ouvidos na tarde de ontem pela Tribuna. O líder do Governo, vereador Wagner Silva (PPS), divulgou nota de repúdio contra o aumento de passagem, frisando que o prefeito toma a decisão de aumentar sem discutir o assunto com a sociedade e nem com a Comissão de Notáveis. O vereador Thiago Damaceno (PV) vai apresentar o pedido para abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito Municipal (CPIM) para investigar as decisões do governo sobre o transporte público. Enquanto a população e vereadores se manifestam contra, a Prefeitura afirma que o prefeito autorizou a recomposição tarifária dos ônibus para cobrir a defasagem das empresas em relação aos custos com insumos (combustível, pneus, peças dereposição, etc.) e reajustes salariais dos rodoviários. De acordo com a Prefeitura, o reajuste concedido fica bem abaixo do valor requerido pelo Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários de Petrópolis (Setranspetro).
Segundo a Prefeiura, este é o primeiro reajuste concedido pelo atual governo ao Setranspetro. O último ocorreu em 21 de dezembro de 2008, quando a passagem de ônibus no município passou a custar R$ 2,20.Entre as críticas feitas ao prefeito e ao transporte, uma das propostas foi que com o aumento da passagem todo o transporte na cidade seja integrado, pois há várias linhas que ainda não são, ou retornem imediatamente com os interbairros. “Pagamos uma passagem cara pelo percurso que fazemos e não temos qualidade no transporte, e agora vem este aumento, é um absurso” afirmou Adilson Auler, lembrando que paga o mesmo preço para ir do Rio a Niterói, percorrendo 15 quilômetros. Marcelo Pires disse que está tudo errado e considerou o aumento um absurdo. Para Eliane Schimel, moradora do Indaiá, a qualidade do serviço prestado pelas empresas de ônibus não justifica nenhum aumento, frisando que constantemente a linha Vital Brasil atrasa. “Como pode aumentar a passagem com o serviço que as empresas prestam e pelo percurso que fazem? É uma passagem cara, e o pior é que no início da semana andei num ônibus que estava com goteiras. Me molhei toda”, contou Lenilda Vicente da Silva. A mesma opinião tem Graça Oliveira, moradora da Dias de Oliveira, frisando que o ônibus sempre quebra e atrasa e criticando o prefeito pelo aumento da passagem de ônibus. Para Verônica Pereira, o aumento de passagem é um desrespeito à população.

Vereadores criticam o reajuste

Os vereadores afirmaram que foram pegos de surpreso, pois em nenhum momento foram avisados ou informados sobre discussão de aumento de passagem. Eles tomaram conhecimento através do vereador Marcio Vieira Muniz (PSC), que ontem estava presidindo a sessão e se posicionou contrário ao aumento. “Espero que este reajuste seja para que as empresas ofereçam de imediato um serviço de qualidade à população, inclusive as que estão sob intervenção”. Marcio Muniz fez questão de frisar, assim como o vereador Paulo Igor (PMDB), que o aumento da passagem não passa pela Câmara Municipal, sendo uma decisão exclusiva do prefeito. “Na minha opinião, a decisão sobre o reajuste deveria passar pela Câmara, para que a discussão fosse ampliada com os vereadores, através da Comissão de Transportes e Trânsito, discutindo a planilha de custos das empresas”, comentou o vereador Paulo Igor. O vereador disse que a passagem é cara para o percurso de determinadas linhas. Segundo Igor, do Morin ao Centro são cerca de cinco a dez minutos, e a partir de domingo a população deste bairro será obrigada a pagar R$ 2,50. Para Paulo Igor, antes de aumentar a passagem o prefeito deveria “arrumar a casa”, principalmente das empresas sob intervenção. “Até agora a intervenção não mostrou nenhum resultado e a comissão criada pelo prefeito para apresentar sugestão em nenhum momento falou sobre aumento de passagem”.
Para o líder do PPS, vereador João Tobias, o aumento somente se justifica se o sistema de transporte estivesse funcionando com qualidade, principalmente das empresas sob intervenção. O vereador espera que o Governo tome as medidas urgentes para resolver o problema do transporte para que a população seja atendida com eficiência.O presidente da Câmara de Vereadores, Bernardo Rossi (PMDB), reagiu com indignação ao reajuste tarifário dos ônibus. “Os aumentos tarifários não são de competência dos vereadores, que não podem legislar sobre o assunto, mas neste momento delicado e urgente pelo que passa o sistema de transporte, com três empresas operadoras sob intervenção e com suas permissões cassadas, a Câmara de Vereadores deveria ser consultada ou, pelo menos, informada”, afirma Bernardo Rossi. Rossi, assim como outros vereadores, quer – ainda que a Câmara não dê a palavra definitiva sobre a tarifa de serviços permissionários ou concessionários do poder público – que os vereadores tenham maior acesso ao processo de reajuste. “É preciso mais transparência, que as planilhas sejam divulgadas e que os pedidos de reajuste sejam embasados em questões técnicas. A falta de planejamento culminou com esta aberração que ficamos sabendo hoje (ontem), quando o Diário Oficial do Município começou a circular na internet.
Ficar dois anos sem reajuste de tarifa e ao mesmo tempo sem investimento e fiscalização por parte da Prefeitura deu nisso: uma frota sucateada, risco de vida para os passageiros, um processo de intervenção que não tem fim e uma licitação que demora a ser aberta. Tudo isso acompanhado, agora, de um aumento abusivo”, completa.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Reitores de universidades federais defendem Enem apesar de falhas

Os reitores Targino de Araújo Filho, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e Jesualdo Pereira Farias, da Universidade Federal do Ceará (UFC), que substituíram seus vestibulares integralmente pelo

Aplicado neste sábado (6) e domingo (7), o Enem está suspenso em todo o país por decisão da Justiça Federal do Ceará, que afirma que os erros nas provas causaram prejuízo para os candidatos.

Logo depois do exame, no sábado, os estudantes reclamaram de problemas na folha de respostas e na prova amarela. Na folha de respostas, os cabeçalhos que indicaram as áreas de conhecimento estavam invertidos, na comparação com o caderno de questões. O Ministério da Educação diz que a orientação era seguir a ordem numérica das questões, mas alguns alunos afirmam que não receberam a recomentação e, por isso, preencheram o gabarito de forma invertida.

Além disso, um lote da prova amarela tinha problemas de impressão com algumas perguntas repetidas, outras faltando, sequência numérica errada e até algumas questões de um outro modelo aplicado, a prova branca.

“É lamentável que tenham ocorridos falhas, mas é um processo de aprendizagem. As universidades também começaram errando. A situação do ano passado foi outra [quando houve o furto das provas]. Embora lamente, felizmente, este ano temos alternativa para corrigir. Repetir o exame a todos seria um imenso desgaste”, afirmou Targino de Araújo Filho, da UFSCar, ao G1.

Para Araújo Filho, as alternativas propostas pelo MEC de aplicar reaplicar o exame aos candidatos que receberam a prova amarela e abrir espaço para os estudantes que preencheram o gabarito errado de solicitar a correção invertida, resolvem os problemas. “Tenho expectativa de que tudo isso se resolva logo.”

Jesualdo Pereira Farias, da Federal do Ceará, disse que a universidade passou um ano estudando se substituiria o vestibular pelo Enem. “Compreendemos que ao adotarmos ao Enem contribuímos com a educação como um todo. O Enem traz uma metodologia transformadora e trará benefícios ao ensino médio. Tememos que este problema comprometa um projeto maior que defendemos para o país.”

A UFSCar vai oferecer, via Sistema de Seleção Unificada (SiSU), 2.553 vagas para 56 cursos de graduação. A UFC disponibilizará 5.700 vagas para 104 cursos, sendo 22 nos campi do interior do Ceará.

Sem mudanças
Em nota, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) informou que não mudará o calendário do seu vestibular nem tomará qualquer providência em relação ao Enem, a não ser aguardar as decisões judiciais e do Ministério da Educação. Segundo a universidade, que adotou o Enem como primeira etapa do vestibular, as datas da segunda etapa estão mantidas: entre 23 a 29 de janeiro de 2011.

“Aplicar um exame dessa magnitude é um processo de aprendizado e ficou claro que alguns detalhes ainda precisam ser aperfeiçoados. Mas como se trata de uma questão nacional, não cabe à UFMG tomar qualquer decisão isolada”, disse o reitor Clélio Campolina.

Campolina reiterou sua posição favorável ao Enem, considerando-o “um sistema necessário, conveniente e que precisa ser preservado. O Enem trará para o sistema de ensino um maior conhecimento dos alunos nas diferentes escolas, algo a que não tínhamos acesso anteriormente”, afirmou.

A assessoria de imprensa da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) disse que aguarda a posição do MEV, e que até o momento também não prevê mudanças no processo seletivo. O Enem continuará a valer como primeira fase do vestibular 2011.

A Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) informou que conforme estava previsto em edital, as notas do Enem só serão usadas para compor 50% da primeira etapa do processo seletivo, se o MEC divulgá-las até 20 de dezembro.



Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), disseram que os problemas relacionados ao exame não abalam sua credibilidade. Favoráveis ao novo modelo do Enem, os reitores afirmaram acreditar que as falhas serão superadas e que não será necessário alterar os respectivos calendários acadêmicos.

fonte: G1

Justiça determina anulação das provas do Enem em todo o país

O defensor público Ricardo Emilio Salviano já tinha pedido, pela manhã, a anulação das provas aplicadas no fim de semana ao Ministério da Educação. / Elza Fiuza/ABR
A juíza da 7ª Vara Federal do Ceará, Carla de Almeida Miranda Maia, acatou ontem à tarde pedido de liminar feito pelo Ministério Público Federal e determinou a anulação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2010), aplicado a 3,3 milhões de candidatos no fim de semana. A decisão vale para todo o Brasil. Para ela, o erro de impressão nos cadernos de prova amarelos trouxe prejuízo para os candidatos. O governo ainda pode recorrer.

Segundo informações da gráfica responsável pela impressão das provas, 21 mil cadernos de prova amarelos (1% do total impresso) apresentaram erro de montagem e não continham todas as 90 questões aplicadas nos sábado. Além disso, nas avaliações aplicadas no primeiro dia, o cabeçalho das provas de ciências da natureza e ciências humanas estava trocado. Nesse último caso, no entanto, a ordem numérica das questões estava igual no caderno de provas e no gabarito.

Pala manhã, a Defensoria Pública da União (DPU) já tinha recomendado ao Ministério da Educação (MEC) a anulação das provas aplicadas no sábado. O órgão deu prazo de dez dias para o governo acatar o pedido e definir uma nova data para reaplicar o exame. Sem isso, a Defensoria ajuizaria uma ação civil pública contra a União.

Na tentativa de evitar brigas judiciais e a aplicação de uma nova prova, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) orientou os estudantes prejudicados pelos cabeçalhos trocados a entrar com um requerimento a partir de quarta-feira no site do Enem. De acordo com o Inep, o erro foi detectado logo que as provas começaram e todos os fiscais das 128 mil salas de prova foram avisados para orientar os estudantes a seguir a ordem numérica das questões. Participantes relataram, no entanto, que houve divergência nessas orientações. Em relação ao problema de impressão nas provas de cor amarela, representantes do Inep já falam em nova avaliação. No entendimento da juíza Carla Maia, no entanto, essa opção não deve ser considerada válida. “A disponibilização do requerimento àqueles estudantes prejudicados pela prova, correspondente ao caderno amarelo, e a intenção de realizar novas provas para os que reclamarem administrativamente, não resolve o problema. Novas provas colocariam em desigualdade todos os candidatos remanescentes”, afirma a juíza na decisão.


domingo, 7 de novembro de 2010

Espaço na web para reclamação de estudante abre na quarta, diz Inep





Presidente do Inep não descartou realização de novo exame a prejudicados. Apesar de problemas, Joaquim Soares Neto considerou exame 'um sucesso'



O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia do Ministério da Educação, Joaquim José Soares Neto, informou neste domingo (7) que não descarta a realização de uma nova prova para os alunos que sentiram prejudicados. "No limite, pode acontecer. Não posso descartar", afirmou.

Segundo Soares Neto, os problemas serão analisados individualmente. “Estamos levantando a dimensão do problema para resolver caso a caso.”

Soares Neto disse que o órgão vai abrir na quarta-feira (10) uma página na internet para reclamações de estudantes que se sentiram prejudicados com o erro no caderno de respostas do primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O espaço funcionará até o dia 16.


Os exames foram feitos no sábado (6) e no domingo (7). No sábado, os estudantes reclamaram da troca dos nomes das áreas na folha de respostas e também de questões repetidas e com numeração errada na prova amarela. No mesmo dia, Soares Neto, afirmou que nenhum estudante será prejudicado e que a correção poderá ser feita de forma invertida.


Apesar de ainda não ter um levantamento de quantas pessoas tiveram problema com o exame, a assessoria do órgão estimou que cerca de 20 mil alunos receberam a prova amarela . A maior parte dos cadernos teria sido trocada.


Soares Neto afirmou que o Inep mantém uma reserva de 10% do total de provas por local de aplicação do exame e ainda conta com as provas de quem faltou para serem usadas em caso de necessidade. De acordo com ele, essa reserva foi utilizada em alguns locais.


Apesar dos problemas ocorridos, o presidente do Inep disse considerar a realização do Enem deste ano "um sucesso". "Temos a avaliação de que tivemos sucesso nesse processo", afirmou Soares Neto.


Twitter
A assessoria do Inep informou que pelo menos dois casos de tentativa de fraude foram relatados, um em Belo Horizonte e outro em Recife. O caso de Belo Horizonte teria sido cometido por um estudante que tentou usar o telefone celular no banheiro. Ele foi encaminhado para prestar esclarecimentroas na polícia.


O segundo caso, em Pernambuco, foi o de um jornalista que teria informado, pela internet, o tema da redação, para supostamenmte demonstrar a fragilidade de segurança do exame. Segundo a assesoria, o caso está sendo investigado pela Polícia Federal.


O Inep ainda registrou que estudantes estariam usando o Twitter supostamente durante o horário do exame. Depois de o órgão postar uma nota em seu twitter informando que estava monitorando esses casos para posterior ação judical, as postagens na rede de microblog teriam cessado.

Para o Inep, esses casos poderiam ser de alunos que "dançaram" (foram mal na prova) e estariam usando a rede de microblog para "tumultuar" o processo. De acordo com o órgão, as postagens poderiam ter sido feitas fora dos locais de provas, por quem não estava prestando o exame.


Abstenção
O Inep informou que a abstenção nos dois dias de prova ficou dentro do esperado. No sábado, o índice foi de 26,7% dos inscritos. No domingo, foi de 29,2%. De acordo com o presidente do órgão, 3,7 milhões de estudantes fizeram provas no final de semana.



FONTE: G1


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Exemplo de solidariedade: comunidade une esforços para ajudar estudantes


A falta de cortina para impedir a passagem dos raios de sol através das grandes janelas de vidro em oito das 14 salas de aula da Escola Santa Maria Goretti, no Bingen, atrapalhava a visão dos alunos ao quadro negro, devido ao reflexo emitido. O problema, que já durava mais de dois anos, chegou a prejudicar o aprendizado e causar dor de cabeça nas crianças que forçavam a visão para enxergar a matéria escrita no equipamento. Para resolver a questão, a união entre a direção da instituição, que comprou 36 metros de tecido até o momento, com o orçamento de R$ 144, aliada à boa vontade da avó de um dos estudantes, responsável pela confecção das peças, vai garantir o conforto de cerca de 800 estudantes divididos nos turnos da manhã e tarde.

Desde a instalação das cortinas, o rendimento dos alunos mais prejudicados em função do posicionamento onde sentavam na sala de aula melhorou. “Sentamos no meio da sala, quando o sol entrava sem a cortina não enxergávamos o que estava escrito no quadro. Forçávamos os olhos e sentíamos muitas dores de cabeça, que pararam com as cortinas novas porque agora está fácil para copiar. O calor também diminuiu muito”, contaram os estudantes do 5º ano, Guilherme Ferreira e Gabriel Teles, ambos com 10 anos.

De acordo com a diretora da Escola Santa Maria Goretti, Natalia Monteiro, que trabalha há mais de 25 anos na entidade, a integração entre a comunidade e a direção sempre foi muito grande, o que possibilita este tipo de iniciativa. “Apesar da falta de verba para a realização de projetos, as famílias dos alunos ajudam a tornar as ações possíveis. Quando precisamos de reparos na escola sabemos que o pai de alguém que é pedreiro vai ajudar. Os cursos de culinária que oferecíamos, por exemplo, eram aplicados e recebidos por pessoas da comunidade. Criamos uma relação de parceria muito legal”, disse.

Com este espírito de solidariedade a avó do estudante Gabriel Boubee, Dulcineia Silva, de 59 anos, foi informada sobre a situação durante uma reunião entre pais e mestres e imediatamente se prontificou a ajudar. “Apesar do meu neto estudar em uma classe onde não é afetado pelos reflexos solares e eu não ser costureira profissional, quis ajudar. Meu pagamento foram os abraços das crianças quando instalamos as cortinas na primeira sala. Acho que fiquei mais feliz do que eles”, contou a dona de casa.

Fonte: Tribuna de Petrópolis

ENEM 2010

Com histórico de vazamento de informações e mudanças radicais em sua estrutura, o Exame Nacional do Ensino Médio, Enem, terá restrições ainda mais rígidas este ano. Desta vez, aos estudantes será permitido apenas o uso de caneta esferográfica da cor preta. Estão proibidos lápis e relógio dentro da sala de aplicação do exame.

A exigência é do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, Inep, órgão responsável pela organização do exame. Além do lápis e do relógio, borracha, apontador, lapiseira, grafite, livros, manuais, impressos, anotações, máquinas calculadoras e agendas eletrônicas ou similares, telefones celulares, pagers, bip, walkman, gravador e mp3 estão na lista dos proibidos.

No dia da prova, os inscritos devem levar um documento de identificação original com foto e o cartão de confirmação da inscrição, enviado pelo correio e disponibilizado na página de acompanhamento do inscrito. Segundo o Inep, quem não apresentar o documento de identificação original estará proibido de entrar na sala de provas. O mesmo ocorre com quem estiver com documento ilegível pelo mau estado de conservação.

Provas serão aplicadas nos dias 6 e 7 de novembro

As provas do Enem acontecem nos dias seis e sete de novembro, das 13h às 17h30. No primeiro dia, os alunos resolvem questões de ciências humanas e suas tecnologias e ciências da natureza e suas tecnologias. No segundo dia, as provas terão perguntas sobre linguagens, códigos e suas tecnologias, além de redação, matemática e suas tecnologias.
Os portões de acesso aos locais de prova serão abertos às 12h e fechados às 12h55, de acordo com o horário de Brasília. Não será permitida a entrada do inscrito que se apresentar após o horário estipulado.
Os gabaritos das provas objetivas serão divulgados na página do Inep, até o segundo dia útil após a realização das últimas provas. Os resultados do exame serão divulgado até 15 de janeiro de 2011.

sábado, 21 de agosto de 2010

Presidente da APE reclama de Calendário de Reposição


O Presidente da Associação Petropolitana dos Estudantes Diego Vieira em entrevista essa semana sobre a educação no Município expôs sua opinião quanto ao calendário divulgado pela Prefeitura sobre a reposição das aulas da rede municipal (por causa da greve).



Acredito que o caminho não seja este de repor as aulas aos sábados e as aulas irem até 23 de dezembro, esse calendário esta fadado ao fracasso, vamos pensar e informar nossa opinião a secretária, os estudantes que irão fazer o ENEM não terão tempo hábil de preparado suficiente para fazer a prova, temos que criar mecanismos mais rápidos que também possam ser bem mais eficazes e concretos.



Segundo o Presidente da APE a partir da próxima semana a entidade ira se reunir para apresentar uma proposta mais coesa e que não prejudique tanto os estudantes do terceiro ano do Ensino Médio. São mais de 50 mil estudantes só na rede Municipal que irão passar por essa reposição, a logística deve ser mais rápida para não atrapalhar tanto a vida dos estudantes e pais.

UFRJ: 20% das vagas serão para estudantes de escolas públicas

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) definiu nesta quinta-feira (19) o sistema de cotas que adotará a partir do vestibular 2011.

Vinte por cento das vagas serão destinadas a estudantes oriundos das Faetecs e de escolas públicas das redes municipais e estadual do Estado do Rio. A medida exclui das cotas os alunos de colégios federais, universitários, militares e de aplicação.

Quarenta por cento das vagas serão para o Sistema de Seleção Unificada (SiSU), que seleciona alunos de acordo com o desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), enquanto os outros 40% ficarão a cargo do vestibular tradicional.

A UFRJ também definiu que não terá recorte de raça ou de renda. Todos os alunos que quiserem participar do vestibular da instituição terão, obrigatoriamente, que realizar o Enem deste ano.

Fonte: Agência Rio

Nova Secretária de Educação é empossada

Depois de quase um mês sem um titular para a Secretaria de Educação, o prefeito Paulo Mustrangi (PT) finalmente anunciou na segunda-feira (26/07) que a professora Maria Alice Lima, diretora adjunta da escola municipal Salvador Kling, ocupará o cargo.

A nova secretária tem 28 anos no magistério – desses, 18 na rede pública municipal. Na Prefeitura, começou como professora de Português no Liceu Municipal Cordolino Ambrósio. Foi também a primeira diretora do Centro de Capacitação Frei Memória.

É mestre em Sistema de Gestão pela Universidade Federal Fluminense (UFF), pedagoga e graduada em Letras (ambos os cursos pela Universidade Católica de Petrópolis). Hoje, é professora titular da Universidade Estácio de Sá e do Governo do Estado do Rio de Janeiro, além de ser diretora adjunta e orientadora pedagógica da PMP.

O Presidente da APE Diego Vieira participou do eventou, parabenizou a escolha do Prefeito e desejou sorte a nova secretária nesta nova fase de sua carreira. ''Estou feliz, vi no rosto dos servidores a alegria pela escolha do Prefeito, espero que a nossa educação volte a ser prioridade no Município e que possamos avançar não cometer mais os erros do Passado''.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Falta de professores é criticada pela APE

A Associação Petropolitana dos Estudantes (APE) está preocupada com a falta de professores na rede municipal de ensino, principalmente no Liceu Municipal. O presidente da entidade, Diego Vieira, disse que antes da greve da Educação já havia falta de professores, por isso lamenta que a Secretaria de Educação não tenha se preparado para substituir os profissionais de licença médica e que se aposentaram.
Para Diego Vieira, a situação ficou mais grave com a demissão da secretária e cobrou do prefeito Paulo Mustrangi a indicação de um novo secretário, pois acredita que a demora vai prejudicar os alunos. “Divulgaram que a discussão sobre a reposição das aulas será no dia dois de agosto e isto é preocupante, pois há alunos se preparando para o vestibular e também para prova do Enem”. O presidente do Grêmio da Escola Estadual Dom Pedro II, Pablo Souza, disse que a falta de professores afeta também a rede estadual de ensino e está prejudicando os alunos do ensino médio que vão prestar vestibular.
O presidente da APE espera que a Coordenadoria Estadual de Educação resolva o problema e que o prefeito indique o secretário de Educação do Município para que os problemas na rede municipal sejam resolvidos sem prejuízo para os alunos. Diego Vieira espera que a APE seja convidada para discutir a reposição das aulas e também o nome do novo secretário de Educação. Na sua opinião, o prefeito Paulo Mustrangi deveria escolher alguém da rede municipal, pois acredita que para uma pessoa que conheça toda a rede será mais fácil buscar uma solução para os problemas da Educação. “Estamos vendo que da forma como as coisas estão sendo conduzidas os alunos secundaristas serão os mais prejudicados”.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

UFRJ abre 287 vagas por transferência externa

A Universidade Federal do Rio de Janeiro aprovou o concurso para ingresso através de transferência externa para o segundo semestre. Ao todo, serão oferecidas 287 vagas em 72 graduações nos campus do Rio, Macaé e Xerém. As solicitações devem ser feitas nos dias oito, nove e 12 de julho, no prédio do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza, na Cidade Universitária.
Para estas vagas, podem se candidatar alunos matriculados regularmente em cursos de graduação reconhecidos pelos órgãos competentes, que tenham cursado, pelo menos, 50% das disciplinas da grade curricular e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio do ano passado.
No momento da inscrição, que será gratuita, os candidatos devem preencher um Requerimento de Inscrição e entregar o pedido junto aos seguintes documentos: cópia da identidade (estudantes estrangeiros devem apresentar o visto), duas fotos 3 x 4, comprovante de registro na instituição de origem, histórico escolar completo do curso da graduação de origem e cópia do boletim individual do Enem.
A seleção terá caráter eliminatório e terá como base as notas obtidas no Enem 2009. A lista com os aprovados será divulgada no dia 20 deste mês. Os candidatos podem consultar a lista na página eletrônica da Comissão Executiva de Acesso aos Cursos de Graduação, www.acessograduacao.ufrj.br.
No dia três de agosto, o resultado final será divulgado e a pré-matrícula acontece no dia 11. Neste mesmo dia, e no dia 12, os aprovados devem fazer as inscrições nas disciplinas. As vagas não preenchidas serão redirecionadas através de reclasssificação a realizar-se no dia 16.

Seleção para mudança de curso
Alunos da universidade que desejam mudar de curso, também para o segundo semestre, têm os dias oito e 12 de julho para garantirem a participação no processo seletivo para mudanças. Serão oferecidas 203 vagas em 64 graduações. Podem se candidatar universitários matriculados no ano letivo de 2010 que tenham cursado, pelo menos, 12 créditos com aproveitamento no curso de origem. A solicitação deverá ser entregue junto aos seguintes documentos: cópia da identidade, boletim escolar, declaração e duas fotos 3 x 4.
Não serão aprovados pedidos de estudantes que ainda não tenham passado por dois anos de escolaridade efetiva desde o concurso de admissão ou aqueles que não tenham cursado, com aproveitamento, 70% das disciplinas dos dois períodos iniciais. O processo seletivo será aplicado no dia 22 deste mês e o resultado final será divulgado no dia três de agosto.

Escolas públicas com boas notas no Ideb

O Ministério da Educação divulgou na última quinta-feira as notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). A avaliação é feita de dois em dois anos, em alunos do primeiro segmento até a 4ª série e dos anos finais, de 5ª a 8ª. Em Petrópolis, a maioria das escolas obteve notas superiores ao Ideb de 2007 e em destaque está a Escola Municipal Robert Kennedy, no bairro Castelânea, com 6,2 pontos, uma das melhores avaliações da cidade.
Para a diretora do colégio, Naide Contarini, o bom desempenho se dá pelo trabalho de equipe e compromisso de professores e diretores. “Desenvolvemos projetos e trabalhamos em cima disso. É gratificante saber que os resultados são tão expressivos”, comentou. A capacitação dos profissionais de ensino e novos conceitos em educação são alguns dos pontos relacionados pela diretora. Na última avaliação, a escola também obteve uma das notas mais altas do município, 5,8.
Outro destaque é a Escola Municipal General Heitor Borges, no Manoel Torres. O colégio obteve nota 5,9, média bem acima do Ideb de 2007, que foi 4,5. As avaliações vão de 0 a 10 e boa parte das instituições ficou com notas acima de 4. A Escola Municipal Nossa Senhora do Amparo e a Escola Municipal Monsenhor Gentil também tiveram boas notas, 5,5. Outro bom exemplo é a Escola Estadual Rui Barbosa, no Alto da Serra, com 5.2 pontos.
Na contramão do bom desempenho educacional estão os colégios Odette Fonseca, Júlio Frederico Kooler e Abelardo Lamare. Essas instituições tiveram notas abaixo de 4. A Escola Municipal Odete Fonseca, localizada na BR 040, foi uma das piores de Petrópolis, com avaliação 2,7. No Ideb de 2007, o colégio obteve nota 4,5. A diretora do colégio foi procurada pela equipe de reportagem, mas não quis falar sobre o assunto. Já o Ciep Cecília Meirelles, em Corrêas, apesar da nota baixa tem muito o que comemorar. Em 2007 a avaliação foi 1,8, neste ano a nota subiu para 3,5.
Bons resultados também nas escolas avaliadas nos anos finais, de 5ª a 8ª série, onde a maior parte das instituições teve notas acima de 5. Entre os melhores colégios estão o Instituto Metodista (5,8); Educandário Menino Jesus (5,4) e Luis Carlos Soares (5,2). Escolas conhecidas como o Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio e o Colégio Estadual Dom Pedro II tiveram avaliação abaixo de 5. No Liceu, foram 4.6 pontos, e no Cenip 3.5. Já as piores notas foram encontradas nas instituições estaduais, com média 2. O Colégio Princesa Isabel, no Quitandinha, e o Augusto Mechick, no Alto da Serra, ficam empatadas com 2,2 pontos.

Petrópolis supera meta no Ideb, mas está abaixo da média da região


Apesar de superar a meta estabelecida pelo Ministério da Educação, Petrópolis ficou com notas bem abaixo de outras cidades do Estado do Rio de Janeiro, principalmente nos anos finais, de 5ª a 8º série. De acordo com a avaliação feito pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), ficamos com 3,8 pontos, bem inferior aos 4,8 do município de Engenheiro Paulo de Frontain e os 4,1 pontos da cidade de Teresópolis. Os resultados foram divulgados na última quinta-feira pelo MEC. Já nos anos iniciais, até a 4ª série, o desempenho das escolas públicas foi melhor, obtivemos 4,6 pontos, mas ainda ficamos abaixo de notas obtidas por municípios vizinhos como Nova Friburgo, 4,8; Santo Antônio de Pádua, 5,1; Paty de Alferes, 5.1; e Teresópolis, com uma das melhores notas, 5,3. Mesmo com notas baixas, ter alcançado as metas estabelecidas pelo MEC é um motivo para comemorar. Ficamos acima das projeções feitas para 2009, que previa 4.5. Para o ano de 2011 a previsão é 4,9 para os anos iniciais. Em 2009, 50,2% das cidades ficaram acima da média nacional, que foi de 4.6 pontos, em uma escala de 0 a 10. Já em 2007, 47% dos municípios conseguiram superar a média, que era de 4,2 pontos. Ao todo, 84,9% das cidades atingiram as metas estabelecidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A avaliação foi realizada em novembro de 2009 e acontece a cada dois anos, levando em conta as séries iniciais e finais das escolas da rede pública. As notas vão de zero a 10.
Já o município de Duque de Caxias e Belford Roxo foram os que obtiveram os piores resultados em todo o estado, 3,7 e 3,6 para os anos inicias. Essas duas cidades também tiveram desempenho baixo nos anos finais, com notas abaixo de 4. O Ideb foi criado em 2005 para medir a qualidade do ensino público no país, levando em conta as notas da Prova Brasil e os índices de reprovação. O Inep estabeleceu metas de qualidade que devem ser atingidas pelo país, pelos estados, municípios e pelas escolas. O objetivo é que a média nacional chegue a 6 em 2021. O pior resultado da avaliação realizada no ano passado foi registrado pelo município de Apuarema, com nota 0,5. A cidade fica no sul da Bahia, a 320 quilômetros de Salvador. A nota mais alta foi no município paulista de Cajuru, no nordeste do estado, a 360 quilômetros da capital. Lá, a média das notas das escolas da rede pública ficou em 8,6. Dos 11 municípios com as piores notas nas séries iniciais do ensino fundamental, seis estão na Bahia, dois no Piauí, dois na Paraíba e um no Pará. Dos 13 municípios com as notas mais altas, sete estão em São Paulo, cinco em Minas Gerais e um no Rio Grande do Sul.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Parabéns Professores pela Vitória no reajuste

No final da tarde de hoje dia 24 o governo retomou o diálogo com os servidores e após inúmeras horas de debate encontrou-se um entendimento entre as partes e o ESTUDANTE saiu vitorioso pois na próxima quarta feira as aulas voltam a normalidade.

As informações sobre como ficou o acordo de reajuste e demais informações amanhã estará publicado aqui no Blog da APE.

Por hora nos resta comemorar e parabenizar o servidor publico pela Vitória nas negociações e ao governo pelo esforço na resolução do Problema.

Abs!

Estudantes fazem ato pela volta ao diálogo do Governo com os Grevistas e pede volta às aulas


A Associação Petropolitana dos Estudantes e a União Estadual dos Estudantes realizaram nesta quinta feira as 12:00 um ato unificado dos estudantes e pais pela volta do diálogo entre as o governo e os profissionais da educação, o objetivo era a rápida volta as aulas para os estudantes do Município.

Segundo o Presidente da APE Diego Vieira o ato reuniu cerca de 100 pessoas no calçadão do Cenip e foi oportuno, pois a APE pode ouvir as reivindicações da população quanto a educação, além disso, pudemos alertar o poder público sobre o calendário escolar.

Passaram pelo ato, professores, pais e estudantes da rede municipal, estadual e privada que manifestaram seu apoio a essa resolução da intervenção da entidade no processo para que a educação do Município volte rapidamente à normalidade.

As fotos e demais informações sobre o ato ocorrido hoje será divulgado posteriormente.