sábado, 21 de agosto de 2010

Presidente da APE reclama de Calendário de Reposição


O Presidente da Associação Petropolitana dos Estudantes Diego Vieira em entrevista essa semana sobre a educação no Município expôs sua opinião quanto ao calendário divulgado pela Prefeitura sobre a reposição das aulas da rede municipal (por causa da greve).



Acredito que o caminho não seja este de repor as aulas aos sábados e as aulas irem até 23 de dezembro, esse calendário esta fadado ao fracasso, vamos pensar e informar nossa opinião a secretária, os estudantes que irão fazer o ENEM não terão tempo hábil de preparado suficiente para fazer a prova, temos que criar mecanismos mais rápidos que também possam ser bem mais eficazes e concretos.



Segundo o Presidente da APE a partir da próxima semana a entidade ira se reunir para apresentar uma proposta mais coesa e que não prejudique tanto os estudantes do terceiro ano do Ensino Médio. São mais de 50 mil estudantes só na rede Municipal que irão passar por essa reposição, a logística deve ser mais rápida para não atrapalhar tanto a vida dos estudantes e pais.

UFRJ: 20% das vagas serão para estudantes de escolas públicas

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) definiu nesta quinta-feira (19) o sistema de cotas que adotará a partir do vestibular 2011.

Vinte por cento das vagas serão destinadas a estudantes oriundos das Faetecs e de escolas públicas das redes municipais e estadual do Estado do Rio. A medida exclui das cotas os alunos de colégios federais, universitários, militares e de aplicação.

Quarenta por cento das vagas serão para o Sistema de Seleção Unificada (SiSU), que seleciona alunos de acordo com o desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), enquanto os outros 40% ficarão a cargo do vestibular tradicional.

A UFRJ também definiu que não terá recorte de raça ou de renda. Todos os alunos que quiserem participar do vestibular da instituição terão, obrigatoriamente, que realizar o Enem deste ano.

Fonte: Agência Rio

Nova Secretária de Educação é empossada

Depois de quase um mês sem um titular para a Secretaria de Educação, o prefeito Paulo Mustrangi (PT) finalmente anunciou na segunda-feira (26/07) que a professora Maria Alice Lima, diretora adjunta da escola municipal Salvador Kling, ocupará o cargo.

A nova secretária tem 28 anos no magistério – desses, 18 na rede pública municipal. Na Prefeitura, começou como professora de Português no Liceu Municipal Cordolino Ambrósio. Foi também a primeira diretora do Centro de Capacitação Frei Memória.

É mestre em Sistema de Gestão pela Universidade Federal Fluminense (UFF), pedagoga e graduada em Letras (ambos os cursos pela Universidade Católica de Petrópolis). Hoje, é professora titular da Universidade Estácio de Sá e do Governo do Estado do Rio de Janeiro, além de ser diretora adjunta e orientadora pedagógica da PMP.

O Presidente da APE Diego Vieira participou do eventou, parabenizou a escolha do Prefeito e desejou sorte a nova secretária nesta nova fase de sua carreira. ''Estou feliz, vi no rosto dos servidores a alegria pela escolha do Prefeito, espero que a nossa educação volte a ser prioridade no Município e que possamos avançar não cometer mais os erros do Passado''.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Falta de professores é criticada pela APE

A Associação Petropolitana dos Estudantes (APE) está preocupada com a falta de professores na rede municipal de ensino, principalmente no Liceu Municipal. O presidente da entidade, Diego Vieira, disse que antes da greve da Educação já havia falta de professores, por isso lamenta que a Secretaria de Educação não tenha se preparado para substituir os profissionais de licença médica e que se aposentaram.
Para Diego Vieira, a situação ficou mais grave com a demissão da secretária e cobrou do prefeito Paulo Mustrangi a indicação de um novo secretário, pois acredita que a demora vai prejudicar os alunos. “Divulgaram que a discussão sobre a reposição das aulas será no dia dois de agosto e isto é preocupante, pois há alunos se preparando para o vestibular e também para prova do Enem”. O presidente do Grêmio da Escola Estadual Dom Pedro II, Pablo Souza, disse que a falta de professores afeta também a rede estadual de ensino e está prejudicando os alunos do ensino médio que vão prestar vestibular.
O presidente da APE espera que a Coordenadoria Estadual de Educação resolva o problema e que o prefeito indique o secretário de Educação do Município para que os problemas na rede municipal sejam resolvidos sem prejuízo para os alunos. Diego Vieira espera que a APE seja convidada para discutir a reposição das aulas e também o nome do novo secretário de Educação. Na sua opinião, o prefeito Paulo Mustrangi deveria escolher alguém da rede municipal, pois acredita que para uma pessoa que conheça toda a rede será mais fácil buscar uma solução para os problemas da Educação. “Estamos vendo que da forma como as coisas estão sendo conduzidas os alunos secundaristas serão os mais prejudicados”.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

UFRJ abre 287 vagas por transferência externa

A Universidade Federal do Rio de Janeiro aprovou o concurso para ingresso através de transferência externa para o segundo semestre. Ao todo, serão oferecidas 287 vagas em 72 graduações nos campus do Rio, Macaé e Xerém. As solicitações devem ser feitas nos dias oito, nove e 12 de julho, no prédio do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza, na Cidade Universitária.
Para estas vagas, podem se candidatar alunos matriculados regularmente em cursos de graduação reconhecidos pelos órgãos competentes, que tenham cursado, pelo menos, 50% das disciplinas da grade curricular e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio do ano passado.
No momento da inscrição, que será gratuita, os candidatos devem preencher um Requerimento de Inscrição e entregar o pedido junto aos seguintes documentos: cópia da identidade (estudantes estrangeiros devem apresentar o visto), duas fotos 3 x 4, comprovante de registro na instituição de origem, histórico escolar completo do curso da graduação de origem e cópia do boletim individual do Enem.
A seleção terá caráter eliminatório e terá como base as notas obtidas no Enem 2009. A lista com os aprovados será divulgada no dia 20 deste mês. Os candidatos podem consultar a lista na página eletrônica da Comissão Executiva de Acesso aos Cursos de Graduação, www.acessograduacao.ufrj.br.
No dia três de agosto, o resultado final será divulgado e a pré-matrícula acontece no dia 11. Neste mesmo dia, e no dia 12, os aprovados devem fazer as inscrições nas disciplinas. As vagas não preenchidas serão redirecionadas através de reclasssificação a realizar-se no dia 16.

Seleção para mudança de curso
Alunos da universidade que desejam mudar de curso, também para o segundo semestre, têm os dias oito e 12 de julho para garantirem a participação no processo seletivo para mudanças. Serão oferecidas 203 vagas em 64 graduações. Podem se candidatar universitários matriculados no ano letivo de 2010 que tenham cursado, pelo menos, 12 créditos com aproveitamento no curso de origem. A solicitação deverá ser entregue junto aos seguintes documentos: cópia da identidade, boletim escolar, declaração e duas fotos 3 x 4.
Não serão aprovados pedidos de estudantes que ainda não tenham passado por dois anos de escolaridade efetiva desde o concurso de admissão ou aqueles que não tenham cursado, com aproveitamento, 70% das disciplinas dos dois períodos iniciais. O processo seletivo será aplicado no dia 22 deste mês e o resultado final será divulgado no dia três de agosto.

Escolas públicas com boas notas no Ideb

O Ministério da Educação divulgou na última quinta-feira as notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). A avaliação é feita de dois em dois anos, em alunos do primeiro segmento até a 4ª série e dos anos finais, de 5ª a 8ª. Em Petrópolis, a maioria das escolas obteve notas superiores ao Ideb de 2007 e em destaque está a Escola Municipal Robert Kennedy, no bairro Castelânea, com 6,2 pontos, uma das melhores avaliações da cidade.
Para a diretora do colégio, Naide Contarini, o bom desempenho se dá pelo trabalho de equipe e compromisso de professores e diretores. “Desenvolvemos projetos e trabalhamos em cima disso. É gratificante saber que os resultados são tão expressivos”, comentou. A capacitação dos profissionais de ensino e novos conceitos em educação são alguns dos pontos relacionados pela diretora. Na última avaliação, a escola também obteve uma das notas mais altas do município, 5,8.
Outro destaque é a Escola Municipal General Heitor Borges, no Manoel Torres. O colégio obteve nota 5,9, média bem acima do Ideb de 2007, que foi 4,5. As avaliações vão de 0 a 10 e boa parte das instituições ficou com notas acima de 4. A Escola Municipal Nossa Senhora do Amparo e a Escola Municipal Monsenhor Gentil também tiveram boas notas, 5,5. Outro bom exemplo é a Escola Estadual Rui Barbosa, no Alto da Serra, com 5.2 pontos.
Na contramão do bom desempenho educacional estão os colégios Odette Fonseca, Júlio Frederico Kooler e Abelardo Lamare. Essas instituições tiveram notas abaixo de 4. A Escola Municipal Odete Fonseca, localizada na BR 040, foi uma das piores de Petrópolis, com avaliação 2,7. No Ideb de 2007, o colégio obteve nota 4,5. A diretora do colégio foi procurada pela equipe de reportagem, mas não quis falar sobre o assunto. Já o Ciep Cecília Meirelles, em Corrêas, apesar da nota baixa tem muito o que comemorar. Em 2007 a avaliação foi 1,8, neste ano a nota subiu para 3,5.
Bons resultados também nas escolas avaliadas nos anos finais, de 5ª a 8ª série, onde a maior parte das instituições teve notas acima de 5. Entre os melhores colégios estão o Instituto Metodista (5,8); Educandário Menino Jesus (5,4) e Luis Carlos Soares (5,2). Escolas conhecidas como o Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio e o Colégio Estadual Dom Pedro II tiveram avaliação abaixo de 5. No Liceu, foram 4.6 pontos, e no Cenip 3.5. Já as piores notas foram encontradas nas instituições estaduais, com média 2. O Colégio Princesa Isabel, no Quitandinha, e o Augusto Mechick, no Alto da Serra, ficam empatadas com 2,2 pontos.

Petrópolis supera meta no Ideb, mas está abaixo da média da região


Apesar de superar a meta estabelecida pelo Ministério da Educação, Petrópolis ficou com notas bem abaixo de outras cidades do Estado do Rio de Janeiro, principalmente nos anos finais, de 5ª a 8º série. De acordo com a avaliação feito pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), ficamos com 3,8 pontos, bem inferior aos 4,8 do município de Engenheiro Paulo de Frontain e os 4,1 pontos da cidade de Teresópolis. Os resultados foram divulgados na última quinta-feira pelo MEC. Já nos anos iniciais, até a 4ª série, o desempenho das escolas públicas foi melhor, obtivemos 4,6 pontos, mas ainda ficamos abaixo de notas obtidas por municípios vizinhos como Nova Friburgo, 4,8; Santo Antônio de Pádua, 5,1; Paty de Alferes, 5.1; e Teresópolis, com uma das melhores notas, 5,3. Mesmo com notas baixas, ter alcançado as metas estabelecidas pelo MEC é um motivo para comemorar. Ficamos acima das projeções feitas para 2009, que previa 4.5. Para o ano de 2011 a previsão é 4,9 para os anos iniciais. Em 2009, 50,2% das cidades ficaram acima da média nacional, que foi de 4.6 pontos, em uma escala de 0 a 10. Já em 2007, 47% dos municípios conseguiram superar a média, que era de 4,2 pontos. Ao todo, 84,9% das cidades atingiram as metas estabelecidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A avaliação foi realizada em novembro de 2009 e acontece a cada dois anos, levando em conta as séries iniciais e finais das escolas da rede pública. As notas vão de zero a 10.
Já o município de Duque de Caxias e Belford Roxo foram os que obtiveram os piores resultados em todo o estado, 3,7 e 3,6 para os anos inicias. Essas duas cidades também tiveram desempenho baixo nos anos finais, com notas abaixo de 4. O Ideb foi criado em 2005 para medir a qualidade do ensino público no país, levando em conta as notas da Prova Brasil e os índices de reprovação. O Inep estabeleceu metas de qualidade que devem ser atingidas pelo país, pelos estados, municípios e pelas escolas. O objetivo é que a média nacional chegue a 6 em 2021. O pior resultado da avaliação realizada no ano passado foi registrado pelo município de Apuarema, com nota 0,5. A cidade fica no sul da Bahia, a 320 quilômetros de Salvador. A nota mais alta foi no município paulista de Cajuru, no nordeste do estado, a 360 quilômetros da capital. Lá, a média das notas das escolas da rede pública ficou em 8,6. Dos 11 municípios com as piores notas nas séries iniciais do ensino fundamental, seis estão na Bahia, dois no Piauí, dois na Paraíba e um no Pará. Dos 13 municípios com as notas mais altas, sete estão em São Paulo, cinco em Minas Gerais e um no Rio Grande do Sul.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Parabéns Professores pela Vitória no reajuste

No final da tarde de hoje dia 24 o governo retomou o diálogo com os servidores e após inúmeras horas de debate encontrou-se um entendimento entre as partes e o ESTUDANTE saiu vitorioso pois na próxima quarta feira as aulas voltam a normalidade.

As informações sobre como ficou o acordo de reajuste e demais informações amanhã estará publicado aqui no Blog da APE.

Por hora nos resta comemorar e parabenizar o servidor publico pela Vitória nas negociações e ao governo pelo esforço na resolução do Problema.

Abs!

Estudantes fazem ato pela volta ao diálogo do Governo com os Grevistas e pede volta às aulas


A Associação Petropolitana dos Estudantes e a União Estadual dos Estudantes realizaram nesta quinta feira as 12:00 um ato unificado dos estudantes e pais pela volta do diálogo entre as o governo e os profissionais da educação, o objetivo era a rápida volta as aulas para os estudantes do Município.

Segundo o Presidente da APE Diego Vieira o ato reuniu cerca de 100 pessoas no calçadão do Cenip e foi oportuno, pois a APE pode ouvir as reivindicações da população quanto a educação, além disso, pudemos alertar o poder público sobre o calendário escolar.

Passaram pelo ato, professores, pais e estudantes da rede municipal, estadual e privada que manifestaram seu apoio a essa resolução da intervenção da entidade no processo para que a educação do Município volte rapidamente à normalidade.

As fotos e demais informações sobre o ato ocorrido hoje será divulgado posteriormente.

UFF reserva 20% das vagas para o Enem

O vestibular da Universidade Federal Fluminense, UFF, trará novidades para o ano que vem. A primeira será a reserva de 20% do total de vagas para os melhores colocados no Enem. O restante continuará sendo oferecido pelo vestibular tradicional, composto por duas etapas. Além desta, a outra mudança é a oferta de sete novos cursos entre os campus de Niterói, Campos dos Goytacazes, Miracema e Santo Antônio de Pádua. No campus da universidade em Niterói, os novos cursos são Ciências Atuariais e Sistema de Computação. Em Campos, as novidades são as graduações em Psicologia, História e Direito. Na cidade de Miracema, os candidatos poderão se inscrever para Ciências Contábeis e em Santo Antônio de Pádua para Física. Segundo a coordenação do vestibular, a primeira fase de provas volta a ser aplicada nos moldes tradicionais, como prova única de múltipla escolha contendo 75 questões.
As inscrições para o vestibular da UFF serão feitas pela internet, e irão começar no dia três de agosto, com taxa de inscrição no valor de R$ 97. A primeira fase será aplicada no dia 14 de novembro, e a segunda, no dia 19 de dezembro. No último vestibular, a UFF utilizou o Enem apenas como bonificação para os candidatos, os alunos com bom desempenho no exame tiveram direito a 5% de bônus na nota final. O edital com as regras do vestibular tem previsão para ser divulgado no início de julho.

Greve agora só atinge 22% das escolas e postos

Hoje continua a paralisação dos servidores municipais de Educação e Saúde. Segundo informações da prefeitura, apenas 22% das 182 escolas e 32 Centros de Educação Infantil permanecem totalmente fechados. No nono dia da greve, dos 35 Postos de Saúde da Família, apenas a unidade Meio da Serra está fechada, as demais funcionam parcialmente. Quem procura o setor de vacinação, o Centro de Saúde disponibiliza o serviço.Na Escola Municipal Dr. José Neves Neto, em Secretário, os 12 funcionários da instituição não aderiram à paralisação e mantêm as aulas dos 44 alunos matriculados, do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. No distrito da Posse, 34 servidores da Escola Municipal José Gonçalves da Mota também não interromperam as atividades dos 358 estudantes divididos do primeiro ano ao ensino fundamental.
Já no Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio, o funcionamento continua parcial nos dois campi para os mais de 2,7 alunos dos períodos da manhã, tarde e noite.Durante a manhã de hoje, os grevistas farão um ato solidário com a doação de sangue no Hospital Santa Teresa. Às 14h, os servidores municipais da Educação e Saúde votarão se a greve continua, em assembleia na Praça Visconde de Mauá, em frente à Câmara dos Vereadores.O deputado federal Leandro Sampaio esclareceu ontem que não apresentou qualquer proposta de números ou percentuais de reajuste do funcionalismo ao governo municipal. Interlocutor entre o governo e os grevistas, a pedido destes, o deputado disse que faz o esclarecimento para evitar interpretações errôneas sobre sua atuação. “Estou trabalhando para que as negociações entre o governo e os servidores sejam retomadas e tenho a expectativa de que o governo possa melhorar a proposta que já apresentou, mas não é meu papel tratar especificamente de índices ou números”, disse.
Fonte: Tribuna de Petrópolis

Estudante morre em acidente de moto

Um acidente de moto matou um jovem de 22 anos na esquina das Ruas Dr. Napoleão Laureano e Professor Cardoso Fontes, no Alto da Serra, na noite da última terça-feira. Janderson Luiz Roberto da Silva tinha acabado de deixar o Colégio Rui Barbosa, onde cursava o 2º ano do Ensino Médio, quando perdeu o controle da motocicleta e caiu. Seu corpo foi sepultado ontem no Cemitério Municipal. O jovem comprou a motocicleta há poucos meses para poder trabalhar. Ele era empregado em uma empresa em Secretário. No momento do acidente, caía uma chuva fina e a pista estava escorregadia, fazendo com que a moto de Janderson derrapasse na saída da Rua Dr. Napoleão Laureano. O rapaz não conseguiu controlar o veículo, que acabou batendo na lateral de um automóvel que trafegava em sentido contrário na pista. Os equipamentos de segurança que Janderson utilizava não foram suficientes para amenizar o impacto.
Imediatamente após o acidente, testemunhas ligaram para o Corpo de Bombeiros que, em poucos minutos, chegou ao local. Enquanto eram aplicados os primeiros socorros na vítima, ainda dentro da ambulância, um soldado conseguiu encontrar o telefone de um amigo da vítima, no caderno escolar do rapaz. O colega logo contatou a namorada de Janderson e avisou sobre o acidente. Ontem, pela manhã, no Instituto Médico Legal, ela contou que chegou a ir ao local do acidente imediatamente, porém, não encontrou a UTI Móvel dos Bombeiros, que já havia seguido para o hospital. Enquanto o estudante estava sendo levado para o Santa Teresa, ele não resistiu aos ferimentos e faleceu na ambulância.
A direção da APE lamenta e envia pezames à famiília do estudante e pede à população maior atençaõ no trânsito.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Greve: Deputado Federal vai ajudar nas negociações



O deputado federal Leandro Sampaio aceitou, ontem, interceder junto ao prefeito Paulo Mustrangi para que sejam retomadas as negociações entre os servidores em greve e o governo municipal, dadas como encerradas na última sexta-feira. Leandro aceitou a incumbência depois de reunião com um grupo de líderes dos servidores e deve procurar o prefeito, provavelmente hoje, para mediar entendimentos que ponham fim à greve, que deixa sem aulas cerca de 50 mil alunos da rede municipal de ensino.Os grevistas apresentaram ao deputado um estudo do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-econômicos (Dieese) a respeito das contas do município, que demonstrariam haver capacidade orçamentária e disponibilidades financeiras para o governo melhorar a oferta de reajuste da categoria. O governo propôs reajuste de de 5%, mais equiparação com o salário mínimo dos vencimentos básicos que estiverem abaixo e a incorporação de um abono de R$ 100.Os servidores municipais da Educação e Saúde, que estão em greve, pedem reajuste de 15% e incorporação de dois abonos, além da elaboração de novo Plano de Cargos, Carreiras e Salários. Segundo representantes do movimento, que visitaram a redação da Tribuna, ontem, o Dieese garante haver possibilidade de um acréscimo em 19,52% nos gastos com a folha de pagamento do funcionalismo público, com base no último relatório de Gestão Fiscal publicado no site da prefeitura.

Passeata e palavras de ordem contra a Tribuna

Em assembleia realizada ontem, na Praça Visconde de Mauá, os servidores aprovaram a manutenção da greve e, em seguida, fizeram passeata na Rua 16 de Março. Houve manifestação em frente à Secretaria de Fazenda. Como as portas da repartição foram fechadas, os manifestantes se encaminharam para a Rua Alencar Lima e pararam em frente à Tribuna. Enquanto representantes do movimento eram recebidos na redação, os grevistas gritavam palavras de ordem contra o jornal. A Tribuna foi acusada de ter se vendido ao governo municipal e de, por esta razão, se ter colocado contra o movimento grevista.
Como argumento para sustentar o ataque ao jornal, os manifestantes usaram uma visita de cortesia que o prefeito fez ao jornal na última sexta-feira, que é rotineira nas relações de Paulo Mustrangi com a Tribuna. Ontem, ainda estavam paralisadas 90% das creches do município, por falta, principalmente, de pessoal de apoio. A mudança no quadro, registrada ontem, foi a maior presença de professores nas escolas municipais. Segundo o Gabinete do Prefeito, houve atividades em pelo menos 70% delas, embora prejudicadas com a paralisação de merendeiras e faxineiras. Na próxima quinta-feira, haverá nova assembleia de servidores, às 14h, na Praça Visconde de Mauá, para decidir sobre o retorno das aulas e atividades nos postos de saúde.
Fonte: Tribuna de Petrópolis 22/06/2010

sábado, 19 de junho de 2010

Comissão de acompanhamento da Greve da Educação ira se reunir nesta segunda feira

A Associação Petropolitana dos Estudantes (APE) criou nesta sexta feira a Comissão para acompanhamento da greve da educação no município de Petrópolis, com o objetivo da rápida resolução do problema e volta às aulas para os estudantes do Município.

A Comissão esta sendo composta pelo diretor da União Estadual dos Estudantes (UEE-RJ) Yuri Moura, diretores da executiva da APE, pais e alunos da rede Municipal e demais lideranças estudantis da cidade. Além destes participantes a comissão também convocara o Conselho Tutelar, um representante da Secretaria Municipal de educação e um representante do Movimento grevista para participar e compor a comissão.

A pauta da primeira reunião é entender o motivo da volta à greve pelos servidores da educação e a razão da dificuldade do diálogo e entendimento com o governo municipal e qual será o calendário de reposição das aulas para os mais de 50 mil estudantes da rede.
A primeira reunião foi agendada para esta segunda às 15:00 na sede da APE na Rua 16 de março número 268, sobre loja 06 no Centro, poderão participar da reunião toda a sociedade petropolitana, pois o objetivo é ajudar a resolver um problema da Cidade.

Segundo o Presidente da APE Diego Vieira, este passo será importante para que a população fique mais informada sobre os rumos da negociação, já que esta comissão é totalmente imparcial e visa apenas que as aulas retornem à normalidade, para o Diretor da UEE-RJ Yuri Moura, este processo de greve entre servidor e governo ira no final prejudicar muito mais os estudantes, pois os mesmos são os que mais necessitam do retorno à normalidade, pois no final do ano os estudantes terão que fazer vestibular, ENEM e outras provas para continuarem sua vida acadêmica.

Todo processo de acompanhamento da reunião e da comissão será divulgado pelo blog da APE www.apepetropolis.blogspot.com e pela mídia da cidade. Os integrantes da comissão esperam que esta semana tudo se resolva para que o município possa cumprir os 200 dias letivos previstos na legislação e obrigatório pelo Ministério da Educação.
ASCOM APE

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Reunião de Hoje da APE ira definir Comissão

Hoje a tarde a executiva da APE ira definir os participantes da Comissão de acompanhamento da greve da Educação.


A entidade ira convocar a população para a primeira reunião ser segunda feira a tarde (horário e local a confirmar mais tarde).

Telefone do Presidente da APE

8806-5071 / 7834-4153

Diego Vieira

APE cria comissão para acompanhar calendário da Greve

A Associação Petropolitana dos Estudantes (APE) vai criar uma comissão formada por membros da sua diretoria, alunos e pais para acompanhar o processo de negociação entre o Movimento Unificado dos Servidores de Petrópolis e a Prefeitura. “A nossa preocupação é com os alunos, que, na nossa avaliação, estão sendo prejudicados pela greve”, comentou o presidente da APE, Diego Vieira. Acompanhado de diretores da APE – José Roberto Junior e Bruno Di Lourenço – e de Yuri Moura, diretor da União Estadual dos Estudantes (UEE), o presidente da entidade disse que vai encaminhar ofício para o Ministério Público Estadual, Secretaria Municipal de Educação, Conselho Tutelar e comando da greve. Neste ofício, a APE vai manifestar sua preocupação com a situação dos estudantes, principalmente com relação à reposição de aulas. Yuri Moura disse que o calendário escolar está prejudicado e considera que os alunos do ensino médio serão os mais prejudicados, pois muitos fazem curso de vestibular aos sábados. “Nosso objetivo agora é olhar o direito dos alunos e manifestar a opinião, pois muitos têm pedido o retorno das aulas, assim como seus pais, que entraram em contato conosco, manifestando preocupação com a demora no retorno das aulas e com os dias de reposição”.
O diretor da UEE pediu que os vereadores ajudem no diálogo, para que o impasse criado entre o governo e os grevistas seja resolvido rapidamente. “Os vereadores manifestaram apoio aos servidores, mas estamos vendo uma atuação deles no sentido de resolver o problema”, comentou Yuri Moura, frisando que a APE vai tentar ajudar na busca de uma solução para que as aulas retornem. Diego Vieira disse que um dos problemas é a falta de informação para os pais e, por isso, a partir de hoje, estarão disponibilizando, através do seu blog – www.apepetropolis.blogspot.com, as informações atualizadas da greve.
Vamos tomar esta medida para que os pais possam ficar informados sobre o rumo do movimento e, principalmente, o fim da greve, pois ontem muitos alunos acabaram indo para a escola e tinha aula, pois a decisão foi tomada à noite.
ASCOM APE.

Paralisação será mantida ao menos até segunda-feira




A greve dos servidores municipais de Educação e Saúde continuará pelo menos até a próxima segunda-feira, quando acontecerá a assembleia da categoria, às 14h, na Praça Visconde Mauá, em frente à Câmara dos Vereadores, onde votarão pela permanência da paralisação. Na reunião, às 18h de ontem, no Clube Petropolitano, cerca de 900 funcionários públicos aprovaram o calendário do movimento para esta semana. Hoje haverá ato na Praça da Inconfidência, às 14h, e em seguida saem em passeata pela Rua do Imperador e sentarão por 15 minutos aos pés do Obelisco. No sábado haverá passeata na Rua Teresa, saindo às 10h da Praça Paulo Carneiro.Em resposta ao rompimento do prazo de 20 dias para negociação entre o governo e o Movimento Unificado dos Servidores Municipais, estipulado pelo desembargador Luis Felippe Haddad, durante a audiência de conciliação no último dia 1º, a coordenadora do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), Patrícia Mafra, esclareceu que o comando grevista não descumpriu o acordo. “A ação movida pelo município foi questionando a representatividade do Sepe. Diante disso, o desembargador reconheceu a nossa legitimidade e sugeriu a negociação dentro do prazo de 20 dias, a partir de uma proposta que a categoria aceitasse. Foi um acordo e não uma ordem, por isso não descumprimos nenhum acordo judicial. O governo, entretanto, fixou a proposta de 5% de reajuste salarial e interrompeu as reuniões de negociação na quarta-feira, assim a categoria decidiu voltar para a greve, “ explicou a coordenadora.

De acordo com a professora Cristina Pires, a paralisação serve como resposta à falta de diálogo com o prefeito Paulo Mustrangi. “Sou professora há 33 anos e recebo a mesma coisa que um profissional que começou a trabalhar agora, por isso a necessidade do Plano de Cargos, Carreiras e Salários. Não posso me aposentar porque meu salário vai diminuir muito e não terei condições de me manter. Já o governo não aceita incorporar os dois abonos. Precisamos que o governo dê ouvidos às nossas reivindicações, que são justas. Essa proposta é inaceitável”, disse Cristina.Segundo a representante da Saúde no comando e presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Estado do Rio de Janeiro, Mônica Maia, está havendo assédio moral nos postos, centros e ambulatórios de saúde. “Recebemos a denúncia que a secretária de Saúde, Aparecida Barbosa, mandou avisar aos agentes de saúde que a nossa greve é ilegal e quem faltar ao trabalho será demitido por justa causa. Mas, se qualquer supervisor tentar coagi-los, peçam uma orientação por escrito, para provar o assédio que estão sofrendo”. Mônica ressaltou ainda a importância da adesão da paralisação pelos funcionários da Companhia Municipal de Desenvolvimento de Petrópolis (Comdep). “Se os lixos acumularem nas ruas da cidade, vai chamar atenção dos turistas. Precisamos que a Comdep também interrompa as suas atividades, para aumentar a pressão sob o governo”, completou.


80% das escolas funcionaram ontem

A greve dos servidores municipais de Educação e Saúde deixou muitos alunos sem aulas e interrompeu o atendimento em postos de saúde públicos da cidade, por falta de agentes de saúde e enfermeiros durante todo o dia de ontem. Segundo levantamento da prefeitura, 80% das escolas do município funcionaram normalmente, apesar de estarem sem o pessoal de apoio: merendeiras, faxineiros e zeladores. Já nas creches a adesão foi maior, 70% ficaram fechadas e as outras 30% funcionaram parcialmente. Houve paralisação também entre os profissionais da rede estadual de ensino em todo o estado, mas em Petrópolis apenas um dos 1.150 professores não trabalhou e nenhum dos 18 mil alunos foi prejudicado. Nos dois campi do Liceu Municipal Prefeito Cordolino Ambrósio, no Centro, a maior escola do município, cerca de 50% do total de 2,7 mil alunos não tiveram aulas. “Espero que o governo e os grevistas entrem rápido num acordo, porque estou com medo de repetir a série. O ensino está sendo muito prejudicado com esse vai e vem das aulas. Mas, mesmo assim, eu apoio o movimento porque só assim estão sendo ouvidos pela população e o prefeito”, afirmou um aluno da instituição. Segundo informações do Movimento Unificado dos Servidores Municipais, nos postos, centros e ambulatórios de Saúde houve adesão de 90% dos funcionários públicos.

No Centro de Saúde, na Rua Santos Dumont, no Centro, todos os setores foram parcialmente prejudicados com a greve. A ala de vacinação foi fechada por falta de pessoal. Dos 216 profissionais da entidade, entre servidores do município, do estado e do Governo Federal, apenas enfermeiros e agentes de Saúde não trabalham desde a última quarta-feira.Cerca de 4,5 mil servidores municipais da Educação e Saúde aderem à paralisação. No Ambulatório de Especialidades, na Rua D. Pedro, no Centro, a marcação de exames e consultas médicas foi interrompida. “Os médicos estão atendendo apenas os pacientes já marcados, a distribuição dos números para agendar nova consulta foi suspensa até o fim da greve. Cerca de 10 funcionários não estão trabalhando, é um transtorno porque nós estagiários estamos fazendo o atendimento ao público, mas algumas pessoas ficam irritas com a situação”, disse o estagiário Lucas Christ. Já na rede estadual, os profissionais de Educação fizeram uma paralisação de 24 horas, ontem, em todo o estado. Em Petrópolis, nenhuma das 16 escolas teve a interrupção das atividades. As reivindicações do funcionalismo estadual têm semelhanças com as dos servidores municipais. São as seguintes: reajuste salarial emergencial de 48%; cumprimento da lei do plano de carreira dos funcionários administrativos; vale-transporte; e incorporação imediata da gratificação do Nova Escola. Hoje, as aulas ocorrerão sem interrupções.

Fonte: Tribuna de Petrópolis

sexta-feira, 4 de junho de 2010

De volta às aulas a partir de segunda


Após 21 dias em greve, mais de 400 servidores municipais da Educação votaram ontem, em assembléia realizada no Clube Petropolitano, pelo fim da paralisação e retorno normal das aulas a partir da próxima segunda-feira. A decisão da categoria atende pedido do desembargador Luiz Felipe Haddad, que, durante a audiência com os representantes do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) e do governo, na última terça-feira, recomendou a suspensão do movimento de greve por um prazo de 20 dias para negociação. O estado de greve será mantido até a primeira reunião entre o comando dos servidores e a prefeitura, que acontece na próxima quarta-feira, às 13h, no Palácio Koller.


No mesmo dia, às 18h, ocorrerá uma nova assembléia dos funcionários da Educação para analisar a proposta do governo e decidir se a suspensão temporária da greve será mantida.De acordo com a coordenadora geral do Sepe, Vera Nepumuceno, que participou da audiência com o desembargador, o jurista reconheceu a necessidade de a prefeitura abrir negociação com propostas concretas aos servidores e defendeu a suspensão da greve até a próxima quarta-feira. “O desembargador entendeu que o movimento é de todos os servidores municipais da cidade. Expus toda a trajetória desde o dia 6 de maio e a falta de diálogo do governo. O desembargador viu a legalidade da nossa luta e pediu uma trégua de 20 dias, a partir da próxima segunda-feira, para que o governo apresente um calendário de reuniões para negociação. A primeira acontecerá no dia 9. Se nada de concreto for mostrado, voltaremos à greve”, explicou Vera.


O objetivo da categoria é voltar às escolas para conscientizar os pais e alunos sobre as dificuldades enfrentadas pelos profissionais da Educação e ganhar definitivamente o apoio da população. “Com a proposta feita pelo desembargador, coube ao grupo decidir o rumo do movimento. A paralisação será interrompida até quarta-feira e, se nada for apresentado, poderá voltar ainda mais forte. Vamos mostrar que queremos negociar e agir com inteligência. Se o governo voltar a apresentar uma proposta absurda como o reajuste salarial de 3%, a greve volta e o povo verá mais uma vez de quem é a culpa”, disse o diretor do Sepe, Jorge Cezar Gomes.

sábado, 29 de maio de 2010

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